quarta-feira, 27 de março de 2013

SOLDADO FERIDO, NÃO DEIXE MORRER

A luta parece inglória. No front de batalha, soldados estão feridos e extenuados. No fragor da guerra vidas vão se exaurindo no dia a dia. O inimigo aumenta assustadoramente às suas fileiras.

No alto do monte o sonido de um clarim insone, alardeia aos quatro ventos que ainda há esperança. Há que se lutar palmo a palmo; reduto por reduto; fileira por fileira e pessoa por pessoa.

A guerra é árdua e feroz; o inimigo usando as mesmas armas provoca estragos estarrecedores.

No entanto, gladiadores do firmamento retinem às suas espadas numa luta sem quartel, na confiança dos sete mil, e na esperança da volta do Senhor dos senhores.

Há que se vencer;vencer é preciso; há que se vencer!


SOLDADOS FERIDOS
Soldados feridos estão morrendo, e em muitas das vezes com fogo amigo na trincheira. Eles dedicaram ás suas vidas em prol de um ideal, na luta da luz contra às trevas, mas infelizmente muitos deles estão morrendo espiritualmente com as flechadas da improcedência.

Ainda é tempo de salvar muitos deles. Não deixe um soldado ferido morrer.





VERSÃO DOIS



KISS: VÍDEO INTERNO DO INICIO DO INCÊNDIO

Os Vídeos mostram a hora "H" do inicio da tragédia na boate Kiss em Santa Maria

O primeiro vídeo mostra imagens de como o revestimento do teto da boate pegou fogo após o músico da banda Gurizada Fandangueira usar um sinalizador durante sua apresentação.




No segundo vídeo, que teve seu audio suprimido - segundo a polícia para não exibir o sofrimento das pessoas - é possível ver que em aproximadamente 40 segundos após o início do fogo, marcado pelo momento em que uma jovem é filmada dizendo que o fogo começou, a boate já está toda tomada pela
fumaça.



Rogamos a Deus que tragédias como esta nunca mais venham a acontecer. Que às devidas providências sejam tomadas a seu tempo; dentro âmbito legal e do bom senso.

As famílas enlutadas o nosso pesar.


terça-feira, 19 de março de 2013

IGREJAS CHEIAS, PESSOAS VAZIAS

Há um hino na Harpa Cristã de número 306 que diz no seu estribilho: "A palavra de Deus é doce mais que o mel. Quem a toma pela fé, há de ser fiel. O que Deus nos prometeu, o Emanuel. Rocha viva donde mana leite e mel.

Haverá dias em que as ofertas mensageiras não obterão mais sustento para o seu rebanho. E neste dia, muito embora o rebanho seja grande, o alimento será pouco.

As igrejas estarão cheias, mas as pessoas estarão vazias. O vazio de Deus provocado pelas ofertas materialistas será visivel a quem correndo passa.

O doce do mel da palavra do refrigério estará amargo como o fel. A fé desvirtuada pelo materialismo estará combalida e sem efeito algum. A Rocha viva que manava leite e mel naqueles dias será uma simples e dura rocha.

As águas da vida que manavam da palavra divina estarão (futuro próximo) como meras letras de um Livro que um dia teve a ação da Sua Excelência o Espírito Santo, mas com a recolhida Dele da terra, por ser o único que ainda resistia contra o mal, às águas da vida irão secar e a eficácia delas perderá o seu efeito.

"E os seus mais ilustres enviam os seus pequenos a buscar água; vão às cisternas, e não acham água; voltam com os seus cântaros vazios; envergonham-se e confundem-se, e cobrem as suas cabeças."  (Jeremias 14 : 3)

Porquanto, os poucos escolhidos do Senhor Jesus salva, o serão os recolhidos no arrebatamento da Sua igreja.

Os muitos chamados perderam a oportunidade da escolha, pois, preferiram ouvir os arroubos da mensagem da prosperidade materialista. Para confortar-se com a vida terrena perderam o passaporte para a vida eterna com o Senhor Jesus Cristo  e o seu tesouro inesgotável.

DIAGNÓSTICO:
A igreja do Senhor Jesus Cristo está morrendo lentamente.

A PRINCIPAL CARATERÍSTICA DE UMA IGREJA VIVA É A PREOCUPAÇÃO COM A GLÓRIA DE CRISTO

O perfeitíssimo diagnóstico vem a acertar bem no alvo do por que um organismo que está sendo abastecido e em grande crescimento está definhando na UTI  da história da existência espiritual.

*A igreja que tem como principal característica a preocupação com a glória de Cristo é a que está avivada espiritualmente,  muito embora seja um pequeno rebanho.

O contraste é com aquela que está preocupada com a glória do homem, muito embora seja a que mais cresce fisicamente é a que está moribunda e desprovida da glória divina.

*Conclusão resumida do Livro "UM GRITO PELA VIDA IGREJA".

SOCORROOOOOOOOOOOOO:

Onde colocamos os nossos "eus" não negados acima da fórmula bíblica da humildade e da coletividade, damos lugar para vaidades nas suas individualidades. O Pai não opera avivadamente em um organismo que não está preocupado com a sua glória e não a com a glória Dele; onde o brilho não é o Seu, mas o com o brilho do mundo.

OS PROFETAS
Os arautos do Escriturado Divino estão nos montes a proferir que ao longe já se ouve o ecoar do sonido de alerta de que próximo está a Vinda do Cordeiro de Deus. No entanto, às suas vozes não passam de meros balidos aos ouvidos daqueles que não os tem.

A rejeição é profética, mas a palavra nunca falha. Porquanto, quem ainda se der conta de que MUITOS SÃO OS CHAMADOS, MAS POUCOS SERÃO OS ESCOLHIDOS, e com isso atentar-se na busca frenética pela PELA PORTA ESTREITA, então sairá do CAMINHO LARGO e adentrará a rol dos ESCRITOS NO LIVRO DA VIDA.

QUEM TEM OUVIDOS OUÇA O QUE O ESPÍRITO DIZ ÀS IGREJAS.

Assim me veio; assim o escrevi. O Senhor dará a paga se por acaso menti.

Ao Senhor Jesus Cristo sejam dadas todas as honras e glórias desde agora para todo o sempre. Amém.

A HISTORIOLOGIA DA BÍBLIA




A BÍBLIA SAGRADA O LIVRO DOS LIVROS

INTRODUÇÃO:

O Livro dos livros ao longo da sua história vem sofrendo ataques assoberbados e constantes querendo descaracterizá-lo. No entanto, por mais que se esforcem os seus adversários, mais incólume ele fica.

A sua origem não advém da vontade humana, mas da vontade e direção divina. Ele não se comprova só literalmente, mas também se comprova e opera espiritualmente.

Seus preceitos são santos e imutáveis. Sua inquestionável palavra advém da verdade porque  NELE ecoa a voz do Senhor da verdade. Não é só um simples livro de um reles mortal, mas livro que salta da vida para a eternidade.

A poeira dos séculos nunca o encobriu e jamais o encobrirão porque provém daquele que diz que é o Alfa e ômega, o princípio e o fim.

Quem o segue jamais ficará desamparado (a), mas saltará deste livro PARA TER O SEU NOME ESCRITO NO LIVRO DA VIDA, de eternidade em eternidade.

Suas histórias não só são comprovadas pela arqueologia, como também servem de estudos para novas investidas no campo das descobertas científicas.

Seu legado eterniza-se de letra em letra; de palavra em palavra e de fé em fé. Quanto mais o lemos, mais temos sede e fome de adentrar aos seus sagrados mistérios e preceitos.

Ele é um livro que nos apaixona, arrebata e nos interliga ao Todo Poderoso Criador dos céus e da terra. Todo aquele que o ler e o colocar em prática NUNCA FICARÁ SEM RESPOSTA.

ESTA É A BÍBLIA, A PALAVRA DE DEUS. AME-A E NUNCA A DEIXE.

Tenham todos uma boa leitura

São os votos deste que vos fala, pois a estuda, ama e a preza com diligência, ardor e determinação.

Luis Oliveira




Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Disambig grey.svg Nota: Para a visão judaica da Bíblia, veja Tanakh.
Série sobre a
Bíblia
Bible.malmesbury.arp.jpg


O Rolo
Bíblia (do grego βίβλια, plural de βίβλιον, transl. bíblion, "rolo" ou "livro")[1][2] é o texto religioso de valor sagrado para o Cristianismo[3][4][5], em que a interpretação religiosa do motivo da existência do homem na Terra sob a perspectiva judaica é narrada por humanos. É considerada pela Igreja como divinamente inspirada[2], sendo que trata-se de um documento doutrinário originalmente compilado pela Igreja Cristã para orientação de suas doutrinas. Segundo a tradição, aceita pela maioria dos cristãos, a Bíblia foi escrita por 40 autores, entre 1445 e 450 a.C. (livros do Antigo Testamento) e 45 e 90 d.C. (livros do Novo Testamento), totalizando um período de quase 1600 anos.[6] A maioria dos historiadores acreditam que a data dos primeiros escritos considerados sagrados é bem mais recente: por exemplo, enquanto a tradição cristã coloca Moisés como o autor dos primeiros cinco livros da Bíblia (Pentateuco), muitos estudiosos aceitam que foram compilados pela primeira vez apenas após o exílio babilônico, a partir de outros textos datados entre o décimo e o quarto século antes de Cristo.[7] Muitos estudiosos também afirmam que ela foi escrita por dezenas de pessoas oriundas de diferentes regiões e nações.[8]

Segundo uma interpretação literal do Gênesis (primeiro livro da Bíblia), o homem foi criado por Deus a partir do pó,[9] após os céus e a terra,[10] há oito mil anos, [11] e ganhou a vida após Deus soprar o fôlego da vida em suas narinas.[10][12]

É o livro mais vendido de todos os tempos[13] com mais de 6 bilhões de cópias em todo o mundo, uma quantidade 7 vezes maior que o número de cópias do 2º colocado da Lista dos 21 Livros Mais Vendidos, O Livro Vermelho.[14]

Nos Estados Unidos, o único presidente que não fez o juramento de posse com a mão em uma Bíblia foi Theodore Roosevelt, de acordo com os registros oficiais do Architect of the Capitol.[15] John Quincy Adams, em sua posse, de acordo com cartas escritas pelo mesmo, colocou a mão em um volume de direito constitucional ao invés da Bíblia para indicar a quem pertencia sua lealdade.[15] Não há registros para presidentes anteriores a John Tyler.[15]
Índice

1 Inspiração divina
2 Interpretação
3 Estrutura interna
3.1 Livros do Antigo Testamento
3.2 Livros do Novo Testamento
3.3 Origem do termo "testamento"
4 Traduções
4.1 Número de traduções
4.2 Mundo lusófono
5 Versões
6 Religiões
7 Erros e adulterações
8 Crítica
9 Ver também
10 Bibliografia
11 Notas
12 Referências
13 Ligações externas

Ver artigos principais: Autores da Bíblia e Inspiração (teologia)

A Bíblia se diz escrita por pessoas sob efeito da inspiração divina.[nota 1] [2]
Interpretação

Ver artigos principais: A Bíblia e a história, Datação da Bíblia e Simbologia bíblica

Segundo o jornalista David Plotz, da revista online Slate Magazine, até um século atrás, a maioria dos estadunidenses bem instruídos conheciam a Bíblia a fundo.[16] Ele também afirma que atualmente, o desconhecimento bíblico é praticamente total entre pessoas não-religiosas.[16] Ainda segundo Plotz, mesmo entre os fiéis, a leitura da Bíblia é irregular: a Igreja Católica inclui somente uma pequena parcela do Velho Testamento nas leituras oficiais; os judeus estudam bastante os cinco primeiros livros da Bíblia, mas não se importam muito com o restante; os judeus ortodoxos normalmente passam mais tempo lendo o Talmude ou outra coisa que a Bíblia em si; somente os protestantes evangélicos lêem a Bíblia, frequentemente. [16]

A inacessibilidade da Bíblia[17] entre a Antiguidade e a Idade Média resultou na criação de diversas narrativas sobre os personagens cristãos, criando acréscimos e distorções.[18] A Igreja Católica não permitia que seus fiéis possuíssem exemplares da Bíblia, alegando que estes não teriam nunca a capacidade necessária para interpretá-la, devido à sua complexidade.[19] Assim, afirmava que a responsabilidade de ensinar as orientações de Deus era exclusivamente sua.[19]

Os conflitos entre ciência e religião foram, em parte, ajudados pela interpretação literal da Bíblia.[20] Esta não deve ser interpretada como um relato preciso da história da humanidade ou uma descrição perfeita da natureza.[20] Galileu Galilei considerava que a Bíblia deveria ser interpretada a partir do estudo da natureza. [21] Os escravocratas basearam-se na parte da Bíblia que conta sobre Noé ter condenado seu filho e seus descendentes à escravidão para justificar religiosamente a escravidão.[22]

A Biblia de Gutenberg
Martinho Lutero considerava que o amor de Cristo era alcançável gratuitamente por meio da Bíblia.[19] Foi um dos primeiros teólogos a sugerir que as pessoas deveriam ler e interpretar a Bíblia por si mesmas.[17] A maioria das pessoas interpreta a Bíblia por intermédio de seu líder religioso.[23]

As Testemunhas de Jeová consideram 66 livros como componentes da Bíblia, interpretando-a de forma literal exceto quando o texto evidencia estar em sentido figurado.[24] Chamam o Novo Testamento de Escrituras Gregas Cristãs e o Velho Testamento de Escrituras Hebraicas.[24] Para o espiritismo a Bíblia é uma das várias referências de compreensão do mundo espiritual (não é a principal).[25]
Estrutura interna

A Bíblia atualmente é dividida em dois grandes grupos de livros: o Antigo e o Novo Testamento. O Antigo Testamento apresenta a história do mundo desde sua criação até os acontecimentos após a volta dos judeus do exílio babilônico, no século IV a.C. O Novo Testamento apresenta a história de Jesus Cristo e a pregação de seus ensinamentos, durante sua vida e após sua morte, no século I d.C. (ver: Vida de Cristo)

A Bíblia não era dividida em capítulos até 1227 d.C., quando o professor Sthepen Langton os criou, e não apresentava versículos até ser assim dividida em 1551 por Robert Stephanus[2]
Livros do Antigo Testamento
Ver artigo principal: Antigo Testamento

A quantidade de livros do Antigo Testamento varia de acordo com a religião ou Denominação cristã que o adota: a Bíblia dos cristãos protestantes e o Tanakh judaico incluem apenas 39 livros, enquanto a Igreja Católica aceita 46 livros. Os sete livros existentes na Bíblia católica, ausentes da judaica e da protestante são conhecidos como deuterocanônicos para os católicos e apócrifos para os protestantes.

Os livros do Antigo Testamento aceitos por todos os cristãos como sagrados (também chamados "protocanônicos" pela igreja católica) são: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, I Samuel, II Samuel, I Reis, II Reis, I Crônicas, II Crônicas, Esdras, Neemias, Ester, Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cânticos dos Cânticos, Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.[26]

Os deuterocanônicos, aceitos pela Igreja Católica como sagrados são: Tobias, Judite, I Macabeus, II Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico e Baruque. Estes estão disponíveis na tradução grega do Antigo Testamento, datada do Século I a.C., a Septuaginta.

Segundo a visão protestante, os textos deuterocanônicos (chamados "Livros apócrifos" pelos protestantes) foram, supostamente, escritos entre Malaquias e Mateus, numa época em que segundo o historiador judeu Flávio Josefo, a Revelação Divina havia cessado porque a sucessão dos profetas era inexistente ou imprecisa (ver: Testimonium Flavianum). O parecer de Josefo não é aceito pelos cristãos católicos, ortodoxos e por alguns protestantes, e igualmente pensam assim uma maioria judaica não farisaica, porque Jesus afirma que durou até João Batista, "A lei e os profetas duraram até João"(cf. Lucas 16:16; Mateus 11:13).[26]
Livros do Novo Testamento
Ver artigo principal: Novo Testamento

O Novo Testamento é composto de 27 livros: Evangelho de Mateus, Evangelho de Marcos, Evangelho de Lucas, Evangelho de João, Atos dos Apóstolos, Romanos, I Coríntios, II Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I Tessalonicenses, II Tessalonicenses, I Timóteo, II Timóteo, Tito, Filémon, Hebreus, Epístola de Tiago, Primeira Epístola de Pedro, Segunda Epístola de Pedro, Primeira Epístola de João, Segunda Epístola de João, Terceira Epístola de João, Epístola de Judas e Apocalipse[26]

Através dos séculos, desde o começo da era cristã, e inclusive em alguns contextos, como na Reforma Protestante do século XVI, os textos deuterocanônicos do Novo Testamento foram tão debatidos como os textos deuterocanônicos do Antigo Testamento. Finalmente, os reformistas protestantes decidiram rejeitar todos os textos deuterocanônicos do Antigo Testamento, e aceitar todos os textos deuterocanônicos do Novo Testamento (ver: Apócrifos do Novo Testamento).
Origem do termo "testamento"

Este vocábulo não se encontra na Bíblia como designação de uma de suas partes. A palavra portuguesa "testamento" corresponde à palavra hebraica berith (que significa aliança, pacto, convênio, contrato), e designa a aliança que Deus fez com o povo de Israel no Monte Sinai, tal como descrito no livro de Êxodo (Êxodo 24:1-8 e Êxodo 34:10-28). Segundo a própria Bíblia, tendo sido esta aliança quebrada pela infidelidade do povo, Deus prometeu uma nova aliança (Jeremias 31:31-34) que deveria ser ratificada com o sangue de Cristo (Mateus 26:28). Os escritores do Novo Testamento denominam a primeira aliança de antiga (Hebreus 8:13), em contraposição à nova (2 Coríntios 3:6-14).

Os tradutores da Septuaginta traduziram berith para diatheke, embora não haja perfeita correspondência entre as palavras, já que berith designa "aliança" (compromisso bilateral) e diatheke tem o sentido de "última disposição dos próprios bens", "testamento" (compromisso unilateral).[27]

As respectivas expressões "antiga aliança" e "nova aliança" passaram a designar a coleção dos escritos que contém os documentos respectivamente da primeira e da segunda aliança. As denominações "Antigo Testamento" e "Novo Testamento", para as duas coleções dos livros sagrados, começaram a ser usadas no final do século II, quando os evangelhos e outros escritos apostólicos foram considerados como parte do cânon sagrado. O termo "testamento" surgiu através do latim, quando a primeira versão latina do Velho Testamento grego traduziu diatheke por testamentum . São Jerônimo, revisando esta versão latina, manteve a palavra testamentum, equivalendo ao hebraico berith — "aliança", "concerto", quando a palavra não tinha essa significação no grego (ver: Vulgata). Afirmam alguns pesquisadores que a palavra grega para "contrato", "aliança" deveria ser suntheke, por traduzir melhor o hebraico berith.[27][28]
Traduções
Ver artigo principal: Tradução da Bíblia
Livro do Gênesis, Bíblia em Tamil de 1723.

Eusébio Sofrônio Jerônimo (conhecido como São Jerônimo pelos católicos) traduziu a Bíblia diretamente do hebraico, aramaico e grego para o latim, criando a Vulgata.[29][19] No Concílio de Trento em 1542, essa versão traduzida foi estabelecida como versão oficial da Bíblia para a Igreja Católica.[30][19] Em meados do século XIV o teólogo John Wyclif realizou a tradução da Bíblia para o inglês.[31] Após a Reforma Protestante a Bíblia recebeu traduções para diversas línguas e passou a ser distribuída sem restrições para as pessoas.[32]

Martinho Lutero traduz a Bíblia para a língua alemã [33] enquanto estava escondido em Wittenberg do Papa Leão X, que queria fazer um "julgamento" após a publicação das 95 Teses.[19]

A grande fonte hebraica para o Antigo Testamento é o chamado Texto Massorético[34]. Trata-se do texto hebraico fixado ao longo dos séculos por escolas de copistas, chamados massoretas, que tinham como particularidade um escrúpulo rigoroso na fidelidade da cópia ao original. O trabalho dos massoretas, de cópia e também de vocalização do texto hebraico (que não tem vogais, e que, por esse motivo, ao tornar-se língua morta, necessitou de as indicar por meio de sinais), prolongou-se até ao Século VIII d.C. Pela grande seriedade deste trabalho, e por ter sido feito ao longo de séculos, o texto massorético (sigla TM) é considerado a fonte mais autorizada para o texto hebraico bíblico original[34].

No entanto, outras versões do Antigo Testamento têm importância, e permitem suprir as deficiências do Texto Massorético. É o caso do Pentateuco Samaritano (os samaritanos que eram uma comunidade étnica e religiosa separada dos judeus, que tinham culto e templo próprios, e que só aceitavam como livros sagrados os do Pentateuco), e principalmente a Septuaginta Grega (sigla LXX)[35].

A Versão dos Setenta ou Septuaginta Grega, designa a tradução grega do Antigo Testamento, elaborada entre os séculos IV e II a.C., feita em Alexandria, no Egito. O seu nome deve-se à lenda que dizia ter sido essa tradução um resultado milagroso do trabalho de 70 eruditos judeus, e que pretende exprimir que não só o texto, mas também a tradução, fora inspirada por Deus. A Septuaginta Grega é a mais antiga versão do Antigo Testamento que conhecemos. A sua grande importância provém também do facto de ter sido essa a versão da Bíblia utilizada entre os cristãos, desde o início, versão que continha os Deuterocanônicos, e a que é de maior citação do Novo Testamento, mais do que o Texto Massorético.[36][37].

A Igreja Católica considera como oficiais 73 livros bíblicos (46 do Antigo Testamento e 27 do Novo), sendo 7 livros a mais no Velho Testamento do que das demais religiões cristãs e pelo Judaísmo.[2] Já a Bíblia usada pela Igreja Ortodoxa contém 76 livros, 3 a mais que a católica e 10 a mais que a protestante.[38]
Número de traduções

De acordo com as Sociedades Bíblicas Unidas, a Bíblia já foi traduzida, até 31 de dezembro de 2007, para pelo menos 2.454 línguas e dialectos. [39] (ver: Traduções da Bíblia em línguas indígenas do Brasil).
Mundo lusófono
Ver artigos principais: Tradução Brasileira e Traduções da Bíblia em língua portuguesa

A primeira versão portuguesa da Bíblia surgiu apenas em 1748, a partir da Vulgata Latina,[2] traduzida para o português por João Ferreira de Almeida. Almeida faleceu antes de concluir o trabalho, que foi finalizado por colaboradores holandeses.
Versões
Uma cópia da Bíblia de Gutenberg, de propriedade do Congresso dos Estados Unidos.

As diversas igrejas cristãs possuem algumas divergências quanto aos seus cânones sagrados[nota 2]. Inclusive protestantes entre protestantes[nota 2].

A Igreja Católica possui 46 livros no Antigo Testamento como parte de seu cânone bíblico[40].Os livros de Livro de Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, Baruque, I Macabeus e II Macabeus e as chamadas Adições em Ester e Adições em Daniel) são considerados "deuterocanônicos" (ou "do segundo cânon") pela Igreja Católica[41]. Além disso, existem 27 livros no Novo Testamento[40].

As igrejas cristãs ortodoxas e as outras igrejas orientais, aceitam, além de todos estes já citados, outros dois livros de Esdras, outros dois dos Macabeus, a Oração de Manassés, e alguns capítulos a mais no final do livro dos Salmos (um nas Bíblias das igrejas de tradição grega, cóptica, eslava e bizantina, e cinco nas Bíblias das igrejas de tradição siríaca).[nota 3]
Religiões

Os judeus têm o Pentateuco (Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio) como importante livro, o qual chamam de Torá (ver: Torá escrita e Torá oral).

O Alcorão, livro mais importante do Islã, possui várias passagens em coincidência com o antigo testamento.

Os Espíritas consideram a Primeira Aliança como um livro histórico, e têm sua doutrina fundamentada no Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec

Erros e adulterações
O padre franciscano Roger Bacon demonstrou que vários textos da Bíblia estavam adulterados.[42]. Entretanto, Roger Bacon vivera no século XIII; mas, com as descobertas da biblioteca de Nag Hammadi e dos Manuscritos do Mar Morto (ou Qumram), no século XX, essas dúvidas dissiparam-se e, com o advento das técnicas de crítica textual, hoje a Bíblia está disponível com pelo menos 99% de fidelidade aos originais; sendo que a maioria das discrepâncias presentes nos outros 1% dos trechos são de natureza trivial, i. e., sem relevância. [43]

Segundo alguns estudiosos, um erro de tradução da Bíblia é tomar staurós como estaca ou estaca de tortura e, baseando-se nisto, dizer que Jesus foi pregado em uma estaca ao invés de uma cruz.[44] Isto pois, na época que se diz ser a da morte de Jesus, o significado da palavra já havia passado a abranger duas estacas cruzadas.[44].
Crítica
Ver artigos principais: Crítica bíblica e Crítica da Bíblia

A Bíblia gera uma grande polêmica por condenar o ato homossexual, gerando revolta nos homossexuais.[45]. Contudo, qualquer que seja o ato declarado pecado pela Bíblia, esta promete o perdão dos pecados ao arrependido, de modo que este é "trazido à condição de não ter nenhuma condenação mais" [46], "não tendo nada pesando contra ele mais" [46]

Segundo o jornalista David Plotz, da revista online Slate Magazine, a Bíblia tem muitas passagens difíceis, repulsivas, confusas e entediantes.[16]. Entretanto, especialistas em literatura discordam dessa leitura e abordam a beleza da literatura bíblica em artigos acadêmicos. [47] [48] [49] [50]

De acordo com o livro How To Read The Bible?, de James Kugel, não há veracidade histórica na Bíblia. [17]. No entanto, autores como o filósofo cristão William Lane Craig têm opinião diametralmente oposta a essa.[51]

A versão hebraica da Bíblia não oferece uma orientação clara de como devemos agir. A maioria das pessoas trava contato com a Bíblia por meio de outra pessoa, ficando dependentes da interpretação dada por seu rabino, pastor, professor ou padre.[23]

De acordo com Mark Twain, a Bíblia retrata Deus como um homem de impulsos maus muito além dos limites humanos, sendo classificada por ele a biografia mais condenável já vista.[23] Ainda de acordo com ele, no Antigo Testamento, Deus é mostrado como sendo injusto, mesquinho, cruel e vingativo, punindo crianças inocentes pelos erros de seus pais; punindo pessoas pelos pecados de seus governantes, descontando sua vingança em ovelhas e bezerros inofensivos, como punição por ofensas insignificantes cometidas por seus proprietários.[23]
Ver também

    Anexo: Terminologia da Cristologia
    Antigo Testamento
    Apócrifos
    Arqueologia bíblica
    A Bíblia e a história
    Bíblia Satânica
    Cânon Bíblico
    Cronologia Bíblica
    Harmonia evangélica
    Inerrância bíblica
    Literalismo bíblico
    Manuscritos do Mar Morto
    Novo Testamento
    Revelação divina
    Revelação divina, Tradição e Bíblia na doutrina católica
    Tradição
    Versões e traduções bíblicas
        Nova Versão Internacional
        Bíblia Sagrada - Almeida Revista e Atualizada
        Bíblia Sagrada - Almeida Revista e Corrigida
        Bíblia Sagrada - Almeida
        Bíblia Sagrada - Ave Maria
        Bíblia Sagrada - Edição Pastoral
        Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas

Bibliografia
Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikcionário    Definições no Wikcionário
Wikiquote       Citações no Wikiquote
Wikisource      Textos originais no Wikisource
Commons       Imagens e media no Commons

    LIMA, Alessandro. O Cânon Bíblico - A Origem da Lista dos Livros Sagrados. São José dos Campos-SP: Editora COMDEUS, 2007.
    PASQUERO, Fedele. O Mundo da Bíblia, Autores Vários. São Paulo: Paulinas, 1986.
    ROST, Leonard. Introdução aos Livros Apócrifos e Pseudo-Epígrafos do Antigo Testamento. São Paulo: Paulinas, 1980.

Notas

O apóstolo Paulo afirma que "toda a Escritura é inspirada por Deus" literalmente, "soprada por Deus", que é a tradução da palavra grega θεοπνευστος, theopneustos] (2 Timóteo 3:16). O apóstolo Pedro diz que "nenhuma profecia foi proferida pela vontade dos homens. Inspirados pelo Espírito Santo é que homens falaram em nome de Deus." (2 Pedro 1:21). O apóstolo Pedro atribui aos escritos de Paulo a mesma autoridade do Antigo Testamento: "E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição" (2 Pedro 3:15-16).
    ↑ a b Veja por exemplo em Wikisource-logo.svg "Canon of the New Testament" na edição de 1913 da Catholic Encyclopedia (em inglês)., uma publicação agora em domínio público.. Para uma discussão mais aprofundada, veja o artigo Cânon bíblico
    ↑ Veja por exemplo, Taylor, Larry A. [The Canon of the Bible The Canon of the Bible] (em inglês). [S.l.: s.n.], 1999.. O artigo «Biblical canon» na Wikipédia em inglês da Wikipedia em inglês contém uma tabela com as diferenças entre as diversas denominações cristãs.

Referências

↑ Rainer Sousa. Bíblia. Mundo educação. Página visitada em 31 de março de 2011. "Em seu significado original, o termo bíblia vem da palavra grega “biblos” que significa “papel, livro, papiro” e pode ser utilizado para todo e qualquer conjunto de textos sagrados que contém os ensinamentos fundamentais de qualquer tipo de religião. Entretanto, o uso desse termo acabou sendo também utilizado para se nomear o principal livro adotado pela religião cristã. Contendo sessenta e seis livros, a Bíblia é tida como uma das publicações mais vendidas ao redor do mundo."
↑ a b c d e f Bíblia. Infoescola (26 de fevereiro de 2008). Página visitada em 15 de abril de 2011. "A Bíblia é um dos livros sagrados da Humanidade, a interpretação religiosa da jornada humana pela Terra, do ponto de vista do povo judeu, narrada pelo próprio Homem, mas segundo a Igreja inspirada diretamente por Deus. [...] Ela deriva do grego Bíblos ou bíblion, significando ‘rolo’ ou ‘livro’. [...] A palavra ‘Bíblia’ foi adotada pelo Cristianismo a partir do ano 200 d.C. [...] A Igreja Católica Apostólica Romana determinou como oficiais 73 livros bíblicos, 46 integrantes do Antigo Testamento e 27 do Novo. A Bíblia Católica tem sete livros a mais no Velho Testamento do que as versões adotadas por outras religiões cristãs e pelo Judaísmo [...] Originalmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos. Os capítulos foram criados pelo Professor Stephen Langton, em 1227 d.C [...]. Em 1551 Robert Stephanus percebeu que era fundamental implementar subdivisões nesta obra, e assim elaborou os versículos. [...] Somente em 1748 d.C. surgiu uma edição bíblica na língua portuguesa, a partir da Vulgata Latina."
↑ Rainer Sousa. Hebreus. Brasil Escola. Página visitada em 30 de março de 2011. "Uma das maiores fontes de estudo da trajetória do povo hebreu se encontra na Bíblia, principalmente na parte do conhecido Velho Testamento. Nesse livro, hoje de valor sagrado para o Cristianismo, podemos ver alguns traços da história e da cultura desse povo."
↑ Tiago Dantas. Cristianismo. Brasil escola. Página visitada em 31 de março de 2011. "O livro sagrado dos cristãos é a Bíblia Sagrada, composta pelo Antigo e pelo Novo Testamento. A primeira parte conta a história da criação do mundo, das leis, tradições judaicas, etc. Já o Novo Testamento conta a vida de Jesus, como os cristãos primitivos viviam, etc."
↑ Mundo educação. Dia Mundial da Religião. Página visitada em 31 de março de 2011. "Com o cristianismo, a igreja se dividiu em três vertentes[...]. Seu livro sagrado é a bíblia, e traz como forma de vida os ensinamentos do filho do Messias, Jesus Cristo."
↑ Lorna Daniels Nichols. Big Picture of the Bible — New Testament. [S.l.]: Winepress Publishing, 2009. ISBN 978‐1‐433‐67181‐4
↑ John J. McDermott. Reading the Pentateuch: a historical introduction. [S.l.]: Paulist Press, 2002. ISBN 978‐0‐8091‐4082‐4
↑ Bruce M. Metzger; Michael David Coogan. The Oxford Companion to the Bible. [S.l.]: Oxford University Press, 1993. ISBN 978‐0‐19‐504645‐8
↑ Gênesis 2:7 7. Do pó da terra formou Deus Jeová ao homem, e soprou-lhes nas narinas o fôlego de vida; e o homem tornou-se um ser vivente.
↑ a b Rainer Souza. Criacionismo. Brasil Escola. Página visitada em 31 de março de 2011. "O cristianismo adota a Bíblia como fonte explicativa sobre a criação do homem. Segundo a narrativa bíblica, o homem foi concebido depois que Deus criou céus e terra. Também feito a partir do pó, o homem teria ganhado vida quando Deus assoprou o fôlego da vida em suas narinas."
↑ James Hutton, avô da seleção natural. Ciência Hoje (13 de novembro de 2003). Página visitada em 21 de maio de 2011. "Segundo ele, a composição das rochas do planeta é uma das muitas provas de que ele foi formado bem antes do que relata a Bíblia (somente 8 mil anos)."
↑ Evolução e religião. Ciência Hoje (8 de outubro de 2009). Página visitada em 29 de maio de 2011. "Apenas algumas denominações protestantes fundamentalistas fazem uma interpretação literal estrita, criacionista, do livro do Gênesis na Bíblia que os leva a rejeitar em princípio a evolução biológica. Para eles a Terra (e todo o universo) tem menos de 10 mil anos (danem-se os dinossauros e toda a evidência fóssil) e Deus criou o homem diretamente! No seu livro Os anais do velho testamento, publicado em 1650, o bispo inglês James Ussher calculou que Deus criou o universo na véspera do dia 23 de outubro de 4004 a.C. Até o final dos anos 1970 todas as Bíblias colocadas em quartos de hotel nos Estados Unidos pela Gideon Society continham essa estimativa, que também fez parte da arguição a que Clarence Darrow submeteu William Jennings Bryan no famoso julgamento de Scopes, no Tennessee, em 1926."
↑ Ler ou não ler?. Ciência Hoje (1 de fevereiro de 2006). Página visitada em 18 de maio de 2011. "Uma pesquisa sobre os livros mais vendidos de todos os tempos revela unanimidade apenas nos dois primeiros lugares. Na cabeça da lista vem a Bíblia [...]."
↑ Editores da Publications International Ltd (2007). 21 livros mais vendidos de todos os tempos. Como tudo funciona. Página visitada em 29 de março de 2011.
↑ a b c Why Doesn't Every President Use the Lincoln Bible? (em inglês). Slate (19 de janeiro de 2009). Página visitada em 19 de junho de 2011. "According to official records kept by the Architect of the Capitol, Teddy

sexta-feira, 15 de março de 2013

CONFRONTO; USO DIVINO E REJEIÇÃO

Paulo e Silas
Na semana passada o tema escolhido pelo Senhor foi perseguição. Em três oportunidades o assunto foi um só: Perseguição.

Desde que ouvira um dos servos do Senhor Jesus Cristo pregar esta mensagem "CONFRONTO; USO DIVINO E REJEIÇÃO", ficou no meu coração por ser uma mensagem diferente das demais.

Quando um enviado o é inspirado a CONFRONTAR O ERRO, A SERVIÇO DO SENHOR, LOGO A REJEIÇÃO é instantânea.

Não há ação sem reação, seja ela boa ou má. Não há causa sem efeito; não há ponto sem nó e nem ataque sem defesa.

TUDO TEM UM PREÇO DETERMINADO POR DEUS
Os profetas do Altíssimo pagaram um alto preço para cumprir aquilo que o Senhor os mandara dizer ao povo rebelde. Suas vidas não ás tiveram por preciosas, mas levaram a mensagem de admoestação a rebeldia, querendo ou não querendo ouvir.

JOÃO BATISTA
João confrontou acintosamente aos fariseus, saduceus e ao próprio Rei Herodes como bem vemos a seguir:

"E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?"  (Mateus 3 : 7)

8  Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento;
9  E não presumais, de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que, mesmo destas pedras, Deus pode suscitar filhos a Abraão.
10  E também agora está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.  (Mateus 3)


3  Porque Herodes tinha prendido João, e tinha-o maniatado e encerrado no cárcere, por causa de Herodias, mulher de seu irmão Filipe;
4  Porque João lhe dissera: Não te é lícito possuí-la. (Mateus 14)

João Batista foi morto a mando do rei Herodes.

O SENHOR JESUS CRISTO
Da mesma maneira o Senhor Jesus Cristo nunca se omitiu de proferir a palavra certa de confronto aos partícipes do erro:

"Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca."  (Mateus 12 : 34)

"Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia."  (Mateus 23 : 27)

O confronto usado pelo Senhor e a rejeição e por consequência a perseguição; porquanto, já faz parte das coisas do reino de Deus ser rejeitado, perseguido e até caluniado (a).

O Senhor Jesus foi rejeitado, crucificado e morto, mas ressuscitou ao terceiro dia pagando o preço por nossos pecados, pois o salário do pecado é a morte.

E O CRENTE NOS DIAS DE HOJE QUER PAGAR O PREÇO PELA PALAVRA DA VERDADE?
Quem pode dizer: "Eis-me aqui Senhor, faça-se comigo segundo a sua vontade?" Ou até mesmo "Fala que o teu servo (a) ouve?"

No entanto, falar o que a turma (povo) gosta de ouvir é mais saudável a saúde do sucesso pessoal; não dando panos pra manga e nem beicinhos ou atiradas de cabelos. 

Assim sendo, às igrejas ficam cheias; às ofertas e dízimos transbordantes, com todos plenos e satisfeitos com o VENHA COMO ESTÁ E FIQUE COMO QUER.

O bom vivam é o modelo prático do comodismo degradante no conformismo de concordar que ás coisas tem que serem como o povo quer e não como o Senhor diz.

Uma frase que rola nas redes sociais bem reporta bem esta situação COMODA de mornidão e repugnância propagadas pelo Senhor Jesus Cristo na Carta a Igreja de Laodiceia: "IGREJAS CHEIAS E PESSOAS VAZIAS".

PORQUE:

"Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;"  (Mateus 7 : 13)

"E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem."  (Mateus 7 : 14)

TEM-SE QUE PAGAR-SE UM PREÇO para pregar-se o EVANGELHO DA VERDADE COMO ELE O É, porque, o preço jé está incluído na mala do crente em peregrinação por esta terra.

Toda honra e glória sejam dadas ao Senhor Jesus Cristo. Amém