sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

NOVA VACINA ISRAELENSE CONTRA O CÂNCER OBTÉM ÓTIMO RESULTADO

16/01/2015 às 16:42 \ Ciência e Tecnologia

Nova vacina israelense contra o câncer obtém ótimo resultado, mas você não sabia disso, sabia?


Não há dúvidas que o câncer é uma das doenças mais cruéis do mundo. Por décadas, os cientistas vêm tentando encontrar uma cura para o câncer, uma doença terminal que mata 8 milhões de pessoas no mundo todo a cada ano.

Com 14 milhões de novos casos de câncer diagnosticados em todo o mundo a cada ano, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, a necessidade de prevenção é vital. 

Agora, uma empresa israelense de biotecnologia está desenvolvendo uma vacina para o câncer, que não é concebida para tratar a doença – mas para impedi-lo de voltar. 

A Vaxil BioTherapeutics, com sede em Nes Ziona, Israel, passou mais de meia década desenvolvendo a ImMucin, uma vacina profilática contra o câncer, que pode desencadear uma resposta em aproximadamente 90% de todos os tipos de câncer, de acordo com a empresa.

A ImMucin trabalha estimulando uma parte do sistema imunológico e ensinando-o a atacar certas células com certos marcadores que indicam a presença de câncer.

Quando o medicamento é introduzido durante uma fase inicial do câncer, a esperança é de que enquanto o câncer de um paciente recua, o sistema imunológico é treinado adequadamente para saber quais células destruir e com quais não interferir.

Esta resposta imunológica foi consistente ao longo dos testes clínicos da Vaxil com a vacina ao longo dos últimos anos.

A empresa realizou testes exclusivamente em pacientes com mieloma múltiplo até janeiro de 2014, quando iniciou os testes em pacientes com câncer de mama.

Pergunto novamente: não caberia uma chamada no jornal? Será que não é interessante o suficiente para ganhar destaque ao menos nos cadernos de ciência dos principais jornais? 

[...]

Mas Israel tem muito mais para mostrar ao mundo. É uma grande incubadora de empresas de inovação tecnológica, inclusive na área medicinal.

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Rodrigo Constantino

Tags: câncer, Israel

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

COMBATENDO CONTRA A SUA EXCELÊNCIA O ESPÍRITO SANTO, COMBATENDO CONTRA DEUS

A jurisprudência externada nos anais do Santo Livro, proferidas e inspiradas pelo Supremo Senhor e também juiz de todas as coisas, nos recomenda a prudência.

Os fatos e atos já transitados em julgado são como espelhos refletindo a Sua justiça, onde as injustiças podem preponderar.

A transparência dos Seus enunciados demonstra-nos que para ELE não há acepção de pessoas, tanto para a revelação do seu amor por nós externado pelo sacrifício vicário vivenciado pelo Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário, como também nas imprudências que venhamos a cometer.

Se formos imprudentes conhecendo a verdade, certamente iremos colher aquilo que plantamos.

A palavra divina nos reporta que o rei Davi nas suas experiências com o Senhor, ele agia com prudência em todos os seus caminhos:

"E Davi se conduzia com prudência em todos os seus caminhos, e o SENHOR era com ele."  (I Samuel 18 : 14)

O ESTENDER DO DEDO:
O julgamento prematuro; o estender do dedo encontra no Escriturado Bíblico uma das mais altas imprudências que POR UMA DESVENTURA venhamos a cometer.

Em Isaías 58 encontramos que por mais que venhamos a sacrificar jejuns e outros, o estender do dedo anula todos eles.
"Então clamarás, e o SENHOR te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente;"  (Isaías 58 : 9)
Porquanto, o injusto julgamento é um atestado imprudente de falácia iníqua.

O Senhor Jesus Cristo ante um proibitivo e prematuro julgamento de seus discípulos daquele em nome Dele expulsava demônios, mas não os seguia, assim respondeu:

MARCOS 9:38  E João lhe respondeu, dizendo: Mestre, vimos um que em teu nome expulsava demônios, o qual não nos segue; e nós lho proibimos, porque não nos segue.
39  Jesus, porém, disse: Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome e possa logo falar mal de mim.

40  Porque quem não é contra nós, é por nós.

Nem o próprio Senhor Jesus Cristo escapou de ser acusado de fazer libertar e fazer milagres por Belzebu pelos imprudentes fariseus:

MATEUS 12:27  E, se eu expulso os demônios por Belzebu, por quem os expulsam então vossos filhos? Portanto, eles mesmos serão os vossos juízes.
28  Mas, se eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus, logo é chegado a vós o reino de Deus.
29  Ou, como pode alguém entrar em casa do homem valente, e furtar os seus bens, se primeiro não maniatar o valente, saqueando então a sua casa?
UM IMPRUDENTE ESPALHADOR NO REINO DE DEUS:
30  Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha.
UM IMPRUDENTE PECADO SEM PERDÃO:
31  Portanto, eu vos digo: Todo o pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens.

COMBATENDO CONTRA A SUA EXCELÊNCIA O ESPÍRITO SANTO; COMBATENDO CONTRA DEUS
Em uma das mais claras e inequívoca história exemplar bíblica, em que o rabino Gamaliel foi o autor de proclamar ao Sinédrio a prudência (cautela) de se esperasse a seu tempo o julgamento divino quanto as suas coisas.

Porquanto, os apóstolos Pedro e João estavam sendo condenados por haverem feito em nome do senhor Jesus Cristo a cura do paralítico da porta do templo chamada formosa de Atos 3:

ATOS 5:34  Mas, levantando-se no conselho um certo fariseu, chamado Gamaliel, doutor da lei, venerado por todo o povo, mandou que por um pouco levassem para fora os apóstolos;
35  E disse-lhes: Homens israelitas, acautelai-vos a respeito do que haveis de fazer a estes homens,
36  Porque antes destes dias levantou-se Teudas, dizendo ser alguém; a este se ajuntou o número de uns quatrocentos homens; o qual foi morto, e todos os que lhe deram ouvidos foram dispersos e reduzidos a nada.
37  Depois deste levantou-se Judas, o galileu, nos dias do alistamento, e levou muito povo após si; mas também este pereceu, e todos os que lhe deram ouvidos foram dispersos.
38  E agora digo-vos: Dai de mão a estes homens, e deixai-os, porque, se este conselho ou esta obra é de homens, se desfará,
COMBATENDO CONTRA DEUS
39  Mas, se é de Deus, não podereis desfazê-la; para que não aconteça serdes também achados combatendo contra Deus.


CONCLUINDO:

Um imprudente e prematuro julgamento é como se nós nos colocássemos na cadeira de Moisés para legislar em benefício próprio.

Um imprudente e prematuro julgamento é como se nós nos colocássemos no lugar do Senhor Jesus Cristo para dizer quem (o nome de quem) subirá ao céu ou quem descerá ao abismo (Romanos 10:6-7).

Conquanto, vestir a toga de juiz e julgar imprudentemente pode nos levar por caminhos indesejados de combate, e até de blasfêmia contra o Espírito Santo, e consecutivamente contra Deus.



sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

EM BUSCA DAS ORIGENS - "DE OLIVEIRA" - Rabi Zeraĥiá ben Isĥaq ha-Levi

Monte das Oliveiras - Jerusalém
Neste pouco tempo em que temos nos aventurado na busca das origens, temos notado que há uma pródiga parecência nos descendentes "de Oliveira".

Cada vez mais nos certificamos que algo misterioso envolve os descendentes dos filhos de Jacó; não só os de Oliveira, mas também os de tantos outros sobrenomes com a mesma origem, como o visto no link abaixo:


O que pouco se divulga que uma expressiva parcela da população brasileira é de origem judaica (segundo um artigo, por volta de 49%).

No post a seguir, mais um pouco destes estudos:

"Grandes Figuras do Judaísmo Hispano-Português"

Os Grandes Filhos da Nação:- 


|Rabi Zeraĥiá ben Isĥaq ha-Levi|
(ha-Is'hari) 

Entre os maiores dos sábios provençais do séc. XII - destaca-se a imagem de Rabi Zeraĥiá, filho de uma importante família espanhola conhecida como "ha-Is'hari" - por ter sua origem em "Is'har", filho de Qehat, filho de Levi, filho de Jacob, nosso pai (Ex 6:18). 

Desta família originaram-se posteriormente seis blocos familiares judaicos - sefarditas e asquenazitas: "Benveniste", e "de Oliveira", "Del Medigo" e "Oliva-Cavia" no lado sefardi; "Horovitz" (com suas variantes: "Gurevitch", "Horovici" e outras) e "Epstein" e "Segal"- no lado asquenazi. O local de origem da família nos dias do Império Romano, antes da calamidade destruidora abater-se sobre nosso povo, é conhecida, tratando-se da cidade chamada então Ramatáim, hoje aldeia árabe (Al-Ram) a oito quilômetros ao norte de Jerusalém, no território de Efraim. 

Neste mesmo lugar nascera o profeta Samuel, provável antepassado de R. Zeraĥiá.

Foi chamado também "gerondi" - por sua cidade de origem na Espanha, Gerona - onde nasceu, e trasladara para Provença ainda jovem, com seus pais.

Seu conhecimento em Torá, adquiriu aos pés de rabi Mochê ben-Rabi Iossêf, em Narbona, e de Rabi Mechulam ben-Rabi Ia'aqob, em Lunelle.

Ainda jovem, revelara-se nele aptidão inefável em conhecimento da Torá em todos seus setores, bem como em ciências gerais. 

Aos dezenove anos escrevera seu primeiro livro - até nossos dias fonte de buscas e pesquisas em questões pertinentes à halakhá, nos quais percebe-se sua grandeza em Torá, e ao mesmo tempo em conhecimentos gerais, dos quais faz uso em suas explanações. Seu livro foi escrito como complemento ao livro de Rabi Isaac Alfassi, considerado o maior sábio em sua época, ao qual nem os últimos dos "geonim" se equipararam.

Em seus escritos há às vezes críticas acerca da conclusão à qual chegara o grande sábio da cidade de Fez - Rabi Isaac. isto, porém - com estilo e honra, divergindo-se de outros rabinos de sua época, que não muito se preocupavam em controlar o que saía de seus punhos ao escrever palavras contra o que escrevera algum outro sábio, ao divergir de suas conclusões nos intrínsecos sendeiros talmúdicos. revela-se admirador de Rabi Isaac Al-fassi em suas palavras: "...não necessito prolongar [minhas palavras em elogios] pertinentes à grandeza dele, bem como de sua sabedoria, que é conhecida de todos como o sol do meio-dia... Jamais foi compilado um livro tão bem feito que a este sobre as leis talmúdicas (referindo-se ao escrito por Rabi Isaac Al-fassi) após o selar do Talmud... "

Foi também exímio poeta, e muitos poemas compilara em hebraico e em aramaico.

Seu livro sobre o compêndio "Al-fassi" foi chamado "ha-Maor" - que significa: "O Luzeiro" - o qual dividira em dois: "O Grande luzeiro" e "O Pequeno Luzeiro" - aludindo a seu próprio nome - "Zeraĥiá" - cuja derivação provém do verbo "luzir", acompanhado do nome de Deus, como dizendo: "Deus fê-lo luzir" ("zaraĥ Yah").

Os escritos do Rambam não são lembrados em seu livro, pois não chegaram seus livros à França, senão no fim de seus dias.

Entre os que principalmente cuidaram de escrever em sentido contrário e explanativo, acudindo em defesa das palavras de Rabi Isaac Alfassi - está Rabi Mochê ben-Naĥman (mais conhecido como: "nahmânides"). posteriormente, casaram-se os descendentes de ambas as famílias entre si ainda na Espanha, e mais tarde na Holanda, novamente: os "de Oliveira" e os "Sasportas" uniram se em matrimônio, sendo estes últimos descendentes diretos do famoso Nahmânides, e os primeiros, conforme já trazido no princípio da página.

Rabi Zeraĥiá faleceu em 4946 (1186, e. comum ocidental).

Michnê Torá de Rabi Mochê ben-Maimon


Aceitamos toda ajuda em dados que possam trazer ao lume as raízes dos Oliveiras.


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

"DE OLIVEIRA" - SOBRENOME DE DESCENDENTES DA TRIBO DE LEVI

Quem não gostaria de saber das suas origens, das suas raízes e dos seus ante-passados?

Há fatos em nossas vidas que por uma "ironia do destino?", mas de presciência divina, desconhecemos.

Por longos anos estes fatos ficaram escondidos de nós nos anais do tempo. No entanto, em um pretenso resgate aprouve a Deus permitir buscarmos trazer ao lume às nossas raízes.

Descobrimos que vovô Antônio Moraes de Oliveira dá o nome a uma rua em Encruzilhada do Sul, nossa terra natal. Porquanto, seguimos pesquisando os demais familiares antecessores.

Solicitamos a todos "os de Oliveira" que possam ter ligações familiares, que entrem em contato conosco para somarmos conhecimento, e integrar-nos neste auspicioso projeto "REUNINDO OS DE OLIVEIRA".



Em memória do nosso saudoso pai "Euzébio
 Moraes de Oliveira"
, filho do vovô Antônio
 Moraes de Oliveira
, de provável
origem judaica portuguesa

FAMÍLIA OLIVEIRA É DE ORIGEM JUDAICA


Sobre a família Oliveira e as origens judaicas

AS ORIGENS JUDAICAS DA FAMÍLIA OLIVEIRA


Sim, a família Oliveira é de origem judaica. Abaixo transcrevo um texto que você pode encontrar aqui mesmo no grupo. Neste texto temos alguns detalhes sobre a origem desta família.

1. A família Oliveira era classificada no estudo genealógico-judaico como de comprovada origem judaica. Antes da inquisição a família “de Oliveira” era conhecida na Espanha como “Benveniste”, que adquiriu durante o domínio muçulmano, mas antes dos islamitas conquistarem a península Ibérica ela era chamada de “ha-Levi” ou de “ha-Itshari”, por ter sido esse o nome do fundador da mesma.

Os demais Benveniste que se estabeleceram em Portugal, com a introdução da Inquisição adotaram forma traduzida de seu sobrenome de família par disfarçar sua origem judaica, e esse nome traduzido significa “bem vindo” e se tornou o sobrenome de família “Benvindo”, que ao chegar ao Brasil colonial e ao se estabelecer no Nordeste, se tornou muito numerosa no interior de Pernambuco e Bahia.

E como segundo a historiadora da USP Anita Novinsky – autoridade mundial em Inquisição Portuguesa - 1 em cada 3 portugueses que chegaram no Brasil nas primeiras décadas do após o Descobrimento era cristão novo, os Oliveira e seus primos os Levi, Levy , Benveniste e Antunes chegaram em grande quantidade se concentrando principalmente na Região Nordeste.

As próprias crônicas da época atestam a presença de famílias Levi, Levy e Oliveira em grande quantidade no Brasil colônia.

O fundador da família Oliveira foi o rabino Rabi Abraham Benveniste que nasceu em 1433, na cidade de Soria, na província de Cáceres, no Reino da Espanha. Ele era descendente direto do Rabi Zerahiá ben-Its’haq ha-Levi e Gerona, que viveu no século 12 e era chamado ha-Its'hari, ou de Itshari, pelo fato de sua genealogia ir ate aos filhos de Its'har, que era tio do profeta Moshe Rabenu.

De cunho nosso: Vide histórico  do Rabi Zerahiá no link abaixo:

http://www.judaismo-iberico.org/figuras/zerahia.htm

Segue o autor:

Esse rabino juntamente com toda sua família fugiu da Espanha antes da publicação do decreto de expulsão dos judeus em 1492. Mas antes disso, como na Espanha, eles viviam na província ou localidade de "Oliva-Cávia' ', já naquela época eles eram chamados Olivares ou Olivarez que significaria inicialmente os que são naturais de Oliva.

Porém cabe ressaltar que essa família levita se estabeleceu nessa localidade intencionalmente, por dois motivos, primeiro por ser interiorana e longe dos grandes centros da Espanha, onde começaram as primeiras matanças de judeus ou pogrons, promovidos por padres católicos fanáticos das ordens dos dominicanos e carmelitas, que incitavam a população cristã velha ignorante a matar os judeus cristãos-novos e os judeus ainda não conversos.

E em segundo, por causa do nome da localidade, que caso começassem o batismo forçados de novo, favorecia com que eles se tornassem cripto judeus ou judeus secretos em um sobrenome que
lembrasse e facilitasse mais tarde o resgate de suas raízes judaicas e a identificação de suas origens. Muitos sobrenomes de judeus sefardim anussim surgiram assim durante época da Inquisição. E como
ocorreu no caso dos “de Oliveira” que era então conhecido como Olivares?

Ocorreu de duas formas, primeiro eles aproveitaram o fato de que na palavra oliveira, está implícito o fonema das letras latinas, cujos sons representavam o som ou fonema do nome de sua família em hebraico Levy no caso L-V-Y. E isso lhes passou a mente pelo fato de que nas línguas semíticas como o hebraico, o aramaico, o árabe e o amarico da Etiópia, não se usarem vogais na forma escrita dessas línguas e sim somente as consoantes.

Foi devido a esses mecanismos lingüísticos adotados pelos sefardim e anussim, que muitas famílias judaicas conseguiram escapar dos ataques da Inquisição até pelo menos conseguir fugir da Península Ibérica.

Foi dessa forma, por exemplo, que dentre tantos outros milhares de sobrenomes na língua hebraica que os judeus com sobrenome Cohen, que significa sacerdote conseguiram camuflá-lo como Cunha, os Natan e Ben Natan, também de origem levítica se disfarçaram com o sobrenome Antunes/Antunez, os Ben Moreh que significam filhos do professor, viraram os Moraes e Moreira, os Ben Menashe ou filhos de Manasses ou descendentes da tribo e Manasses viraram os Menezes, os Ben Meir, ou filhos dos iluminados ou dos sábios se disfarçaram com os sobrenomes, Meira/Meireles.

Que os Fares da tribo de Juda, viraram os Farias, que os Ben Soher, que significa filho ou descendente de comerciante ou de guardas, virou Soeiro e Soares/Suarez, que os Ben Nun descendentes de membros da tribo de Efraim se transformou nos Nunes e Nunez, e foi assim também que os Ben Shimon descendentes da tribo de Simeão, com seu numeroso ramo na península Ibérica que incluem até o Ximenes/Ximenez da Galícia, se tornaram os Simões de Portugal.

E que os Guimarim ou estudantes e interpretes da Guemara, tratado religioso judaico, que era descendente da tribo de Levi, se transformaram na família Guimarães , e foi dessa forma ainda que a antiga família Quirós que é também uma família descendente da tribo de Levy, adotou os sobrenomes Queirós,Queiroz e Queiroga .

E existem muitos outros casos que abordarei no futuro de forma mais resumida.

A segunda razão pela qual os Benveniste ou Ha-Levy adotaram o sobrenomes Olivares/Oliveira, era porque eles também perceberam que como o óleo da santa unção usado par ungir os antigo levitas e sacerdotes judeus, tinha como seu principal componente o azeite ou óleo da planta oliveira, que era abundante na região de Oliva-Cavia.

Isso reforçaria mais ainda a origem judaica sacerdotal , mas disfarçada de seu sobrenome diante dos demais judeus que estavam partindo para a diáspora sefardita , com o decreto de expulsão de 1492.

Já o emprego do sufixo final ES/EZ presente no sobrenome inicial Olivares, era devido ao habito dos judeus sefardim e anussim, empregarem-na como uma sigla adotada pelos judeus cristãos-novos no final de seu sobrenome com duas finalidades, a primeira identificar de quem a pessoa judia descendia, em substituição da palavra hebraica ben e do aramaico bar, que significam filho de.

Essa sigla EZ/ES significa a expressão hebraica Eretz Yisrael e servia para apontar de que lugara a pessoa judia era para que os judeus pudessem identificar-se entre si sem serem notados pelos braços da Inquisição e dessa forma se ajudassem mutuamente como cripto-judeus, ou judeus secretos.

E como já expliquei anteriormente em outro texto, ele servia para que todos eles que tinham ES ou EZ no sobrenome, sendo filhos de... ou descendentes do povo de Eretz Yisrael, a Terra de Israel, e foi por isso também que os judeus ficaram em parte conhecidos na época da Inquisição como “a gente da nação”. Ou seja, da nação judaica.

E essa Sigla ou fonema ES/EZ que representa a frase Eretz Israel = Terra de Israel, para designar que a pessoa pertence a uma família de origem judaica ou do povo de Israel, convertida a força ao catolicismo durante a época da inquisição, é encontrado com a mesma finalidade tanto nos sobrenomes Perez/Peres/ Pires, como também para designar, por exemplo, a origem judaica dos sobrenomes de família de origem hispânico-portuguesa: Aires/Ayres, Anes/Annes (forma reduzida de Yohanes/Yochnam/ João), Rodrigues, Rodriguez, Hernandez/Fernandes, Henriques/ Henriquez, Mendes/ Mendez, Alves/Alvez, Alvares/Alvarez, Gonçalves/Gonzalez, Martines (de Martins) / Martinez, Galvez/ Galves, Gutierres/Gutierrez, Garcez/ Garcês (que originou o sobrenome Garcia), Ximenes/Ximenez, Soares/Suarez, Simoes/Simeones, Nunes/Nunez, Lopes/Lopez Gomes/Gomez, Marques/Marquez, Paes/Paez (variantes do sobrenome Paz), Meireles, Menezes, Abrantes, Neves, Olivares (que originou Oliveira), Fontes, Bentes, Tavares, Teles, Torres, Guedes, e assim por diante, são todos estes sobrenomes de famílias cristas-novas.

Com a lei que obrigava o batismo forçado em massa de judeus em Portugal, a família, Olivares/Benveniste /Levy, dividiu-se ao conseguir escapar da Espanha, em três grupos, com nomes distintos, os "Oliva-Cávia”, que depois viraram os "Oliver-Cavia”, os "Del Medico”, porque essa profissão era comum entre eles, e também muito difundida entre os demais judeus, especialmente na idade média na Península Ibérica.

Posteriormente na Itália se tornaram os "dal Medigo" e os Olivete, e os Olivares que ao adentrar em Portugal, trocou o sufixo ES pelo “EIRA”, tornando-se “de Oliveira”.

Após fugir da Espanha o Rabi Zerahiá ha-Levi de Gerona, e estabeleceu no sul da sul da França, de onde seus descendentes, os que se transferiram para a região central espanhola seguiram para Portugal dando origem aos Oliveira de onde por sua vez surgiram os seguintes ramos todos aparentados, além dos que mantiveram o sobrenome Benveniste: 'Oliveira, Oliveyra, Olivares, Olivera, Oliver, Oliveros, Olivetti, Olivette.

Um segundo ramo que se dirigiu da França para a Itália e Europa Oriental originaram os já citados "Del Medico" e "Del Medigo", e ao misturar-se com os judeus asquenazitas deram origem as famílias levíticas Horovitz, Segal, e Epstein.

FONTES:
Quero pedir desculpas aos amigos por não expor aqui as fontes de onde extraimos o material acima postado pois bem aí está:

"Marranos and the Inquisition on the Gold Route in Minas Gerais, Brazil" in The Jews and the Expansion of Europa to the West, 1450-1800" New York/Oxford: Bergham Books, Oxford, 2001, pp. 215-241.

Novinsky, Anita, Prisioneiros Brasileiros na Inquisição, Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 2001.

SALVADOR, J. Gonçalves. Os cristãos-Novos em Minas Gerais durante o Ciclo do Ouro. São Paulo, Pioneira, 1992.

NOVINSKI Anita. Inquisição, Inventários de Bens Confiscados a Cristãos-Novos no Brasil – século XVIII. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 1978, pp.223-224.

Inquisição de Lisboa nº 6.515, Arquivo Nacional da Torre do Tombo, manuscrito. Veja BROMBERG,

Raquel Mizrahi. A Inquisição no Brasil: Um capitão–mór judaisante. São Paulo: Ed. Centro Estudos Judaicos, USP ,1984.

Sobre Manoel Nunes Viana, veja "o Processo de Miguel de Mendonça Valladolid, Inquisição de Lisboa 9.973". Lisboa, Arquivo Nacional da Torre do Tombo, manuscrito e Manuscritos não catalogados "caixa 676, século XVIII, anos 1703 –1710, 29 janeiro 1710 e caixa 83, ano 1719. Lisboa, Arquivo Histórico e

Ultramarino, manuscritos.

Existem ainda outros mas para o que foi postado acima julgo ser suficiente.

OUTRO ARTIGO


Grandes Figuras do Judaísmo Hispano-Português
Os Grandes Filhos da Nação:

ORIGENS:

Grandes Figuras do Judaísmo Hispano-Português
Os Grandes Filhos da Nação:

http://en.wikipedia.org/wiki/Benveniste
|Don Abraham Benveniste|
(ha-Levi)

Rabino no Reino de castela, ministro do tesouro do Rei castelhano Don Juan II (1406 - 1456), nasceu em 1390 e faleceu antes do ano 1456.

Ele é lembrado no livro "Sêfer ha-Iuĥassin", onde se lê: "Então (nos dias de Rabi Iossef ben Chem tob) devolvera-se a coroa a seu lugar, havendo sido nomeado o rabino pleno em santidade em tudo: Rabi Abraham Benveniste, no ano 5192 (1432), ele fortaleceu a Torá e sustentou seus estudantes, e logrou desfazer muitos chemadôt (palavra que indica massacres que levavam às conversões forçadas)" por seu poder pecuniário..."

No livro "Tribo de Judá" de Ibn-Verga lê-se: "Ele (Don Abraham Benveniste), juntamente com Rabi Iossef ha-Nassi e Rabi Abraham Ibn-Chuchan vieram solicitar do Rei da Espanha que controlasse os ímpetos das turbas que invadiam as judiarias (bairro judeu), tendo em suas bocas mendazes catilinárias de derramamento de sangue executado por judeus na comunidade da cidade de Ecija..."

Rabi Abraham convocara a corte Rabínica espanhola em Valladolid para promulgar decretos que fortalecessem as comunidades e o estudo da Torá e cumprimento da halakhá, angariar dinheiro das comunidades como taxa prescrita para auxiliar as comunidades que já haviam sido vítimas de massacres e também com o intuito de impor uma separação completa daqueles que, por livre alvedrio, optaram pela conversão ao cristianismo, buscando facilitar suas vidas no reino espanhol.

O Ĥakham Benveniste é elogiado no livro "Magen veRomaĥ" de Rabi Ĥaim Ibn-Mussa. Seus filhos, Don Iossef e Don Vidal, sendo muito ricos, perserveraram no caminho de seu pai e, com seu dinheiro, levantaram e sustentaram centros de estudo da Torá.

Seu filho, Don Iehudá, lograra sair da Espanha em 1492, como líer dos exilados para a Turquia, chegando a Salônica, onde se estabeleceu. Dentre seus parentes, os que lograram fugir para o reino vizinho - Portugal - mudaram seu sobrenome no ano 1497 para "de Oliveira", com o batismo compulsório de D. Manuel, que resolveu que os judeus não seriam êxules de seu reino, senão tornar-se-íam cristãos todos eles, buscando ganhar a admiração de Fernando e Isabel.

Destes, Don Jesurun de Oliveira chegara à Holanda, logrando sair de Madeira; a maior parte desta família, porém, chegou à América do Sul, especialmente Brasil, onde continuaram a viver como criptojudeus.


EM DEFESA DO NEO PENTECOSTALISMO - ARGUMENTAÇÃO E CONTRA-ARGUMENTAÇÃO

Na blogosfera há excelentes artigos, com boas fontes, e acima de tudo edificantes. 

Li este elucidativo post no site Belverede do nosso colega e amigo Eliseu Antônio Gomes, do qual temos a autorização de copiar e divulgar, citando a fonte. 



Neste artigo, onde não se visa a depreciação de "A, B ou C", as colocações acerca dos prós e dos contras tem uma boa exposição.

Tenham todos uma boa leitura e um próspero entendimento.



Assuntos relacionados .Artigo e Comentário, .Blogosfera Evangélica, .cosmovisão, .Gunnar Vingren, .neo-pentecostais, .pentecostalismo, .Vida Cristã

Rachel Winter é jornalista e escritora de literatura cristã, edita o Blog Mensageiras da Ressurreição. É blogueira desde agosto de 2010, e eu sou leitor de seu blog. Em 18 de janeiro de 2015 ela escreveu o artigo Em Defesa do Neo-pentecostalismo, que considerei muito interessante porque não havia visto iniciativa assim na Blogosfera Evangélica até então. Eu fiz meu comentário a respeito do tema exposto por ela.

Abaixo, a minha contra-argumentação (E.A.G), que não significa estar totalmente contra seus posicionamentos. 
___________

Prezada irmã Rachel.

Sou uma pessoa que se nega a lançar críticas sem o conhecimento da causa. Eu quero ver primeiro, ter minhas impressões próprias, recuso-me a seguir , de olhos fechados, o pensamento do outro quando o outro manifesta suas opiniões, seja um selo de aprovação ou reprovação.

Assim, sendo eu uma pessoa que nasceu no berço da Assembleia de Deus na cidade de São Paulo, conheci a Igreja Deus é Amor, a Igreja da Graça e a Igreja Universal, que são alvos de muitas críticas. Não posso comentar sobre outras neo-pentecostais porque não as observei.

BARGANHAS...

A grande crítica às neos é conhecida como Heresia da Barganha. Esta crítica atinge o costume de oferecer oração apenas aos crentes que entregarem uma quantia pré-determina em oferta. Eu vi isto acontecer pessoalmente, o dirigente do culto se propôs a orar apenas pelos doentes que pudessem ofertar antes da oração o valor de cem reais. E como ficaram os outros enfermos sem dinheiro? Foram despedidos com os seus males. Isso é uma crueldade sem escrúpulos que Jesus e os apóstolos jamais praticaram.

Eu vejo com preocupação a atitude dessas lideranças neo-pentecostais em distribuir aos membros apetrechos, como panfletos, cruzes, sal, copos de água, óleo, etc, associado a uma oração em busca de alguma espécie de bênção. Muitos membros se apegam a essas coisinhas, não conseguem orar em nome de Jesus sem que não tenham algum tipo de objeto nas mãos. Entendo que as ovelhas de Cristo deveriam ser preparadas para não depender dessas coisas ao orar ao Senhor, pois o ensinamento bíblico é que usemos apenas a fé e o nome de Jesus, e nada mais. 

Como cristão que preza pela clareza dos fatos, quero dizer que existem muitos depoimentos de milagres de curas nas igrejas pentecostais, sem nunca ser usado o recurso do copo de água, sal, panfleto , e imposição de entrega de ofertas com valor estipulado.

Os líderes neo-pentecostais citam como argumento, para a orientação de usar objetos, o episódio de Jesus e a lama nos olhos do cego, a cura através da sombra de Pedro e a cura de Naamã nas águas de um rio. Mas eles não cogitam que essas passagens não aconteceram associadas aos pedidos de ofertas, não cogitam que são passagens bíblicas de modalidade narrativa e não normativa. 

O fato de as narrações bíblicas sobre milagres vinculado em alguma espécie de elemento não estarem expostas como normas, nos faz entender que não se deveria fazer da situação do uso de elementos associados às orações um ritual litúrgico. Mas, infelizmente, o recurso é habitual, o costume se transformou em espinha dorsal das neos para arrecadação do financiamento de seus projetos ministeriais. O pastor distribui diversos objetos aos membros que aceitam contribuir com determinado valor em oferta, ensinando que a bênção poderá ser alcançada através daquela aquisição e da disposição em ofertar. E ora especificamente pelos participantes do que se convencionou chamar de “corrente” ou “campanha”.

Digo que não se deveria fazer de “correntes” ou “campanhas” partes litúrgicas de um culto mesmo sabendo que existe em algumas partes da Bíblia situações inusitadas usadas por Deus para alcançar seus propósitos de abençoar pessoas. Por que, não? Porque nenhuma cura na Bíblia foi realizada estipulando uma condicional padronizada. Aliás, Jesus e os profetas jamais repetiram fórmulas para realizações de milagres. Também digo que não deveria ser assim porque a prática induz a ovelha a deixar de ser adoradora para ser uma solicitante disso, aquilo e acolá. Deus busca adoradores que o adorem em espírito e em verdade!

Entendo que não existe esforço por parte de líderes de igrejas neo-pentecostais para oferecer aos membros ensino teológico aprofundado. Parece ser assim, não digo categoricamente que é. Eles parecem não desejar o crescimento espiritual das ovelhas, aparentemente não desejam fazê-las crescer em Cristo e se tornarem maduras espiritualmente.  Vi algumas pessoas neo-pentecostais com desejo de aprofundarem-se no conhecimento bíblico trocarem as neos por igrejas pentecostais e depois refutarem veementemente a prática da barganha.

Observação: O realce colorido acima é de cunho nosso, pois até achamos ousada a opinião do escritor E.A.G.; no entanto, com relativa procedência na área teológica, porquanto, somos partícipes de estudos nesta área onde os porque's são os alvos estudados.

Segue o autor:

É importante esclarecer que as igrejas neo-pentecostais afirmam que solicitam dinheiro para a manutenção de programas de televisão com vista a evangelizar, usam este argumento de maneira maciça para promover a arrecadação. Porém, o mais recente apontamento do senso do IBGE acusou que a igreja que mais cresceu no Brasil nos últimos dez anos anteriores à pesquisa foi a pentecostal Assembleia de Deus. 

Equívoco dos pentecostais

Observando argumentações de críticos pentecostais, concordo com você que existe muita superficialidade ao se fazer a crítica. Em determinada ocasião, tive a oportunidade de refutar um renomado escritor e conferencistas assembleiano, conhecido dentro e fora do Brasil. Este crítico dizia que a prática da “unção do riso”, o “reteté“/ “sapatinho de fogo”, vinha das neos. Mostrei-lhe que o fundador da Assembleia de Deus, Gunnar Vingren era praticante desse costume, lá pelos idos de 1913, apresentando-lhe sua biografia. Ele criticava a Igreja da Graça e a Universal sem saber que na IURD e na IIGD não existe espaço para manifestações de “aleluias” e “glórias” em voz alta, que existe maior reverência de membros nas neos durante as ministrações da Palavra de Deus, que não se admite nas neos conversas entre membros e idas e vindas ao banheiro durante as pregações.

Mas, penso saber o que induziu o renomado escritor pentecostal a concluir equivocadamente sobre a origem da unção do riso, reteté/sapatinho de fogo. Existe um vídeo no YouTube, em que Kenneth Hagin, considerado o grande influenciador das igrejas neo-pentecostais brasileiras, aparece rindo muito, e diversos membros que estão no mesmo ambiente sendo incentivados por ele a rirem também, num ambiente que parece ser reunião de culto. Daí deduzir que aquilo seria uma invenção de Hagin, esquecendo-se do relato no livro biográfico de Gunnar Vingren.

A maior parte dos pentecostais tendem a ensinar que Deus não se interessa em abençoar aos crentes na parte material. Alguns até acreditam que seja pecado pensar em ser abençoado na esfera material. Nem se quer entendem que o Reino de Deus começa a fazer parte da vida do crente quando este crente aceita a Cristo como Senhor, o seu Rei dos reis. Parece que uma parte dos pentecostais desconhecem as etimologias das palavras paz, salvação e bênção nos idiomas do Antigo e Novo Testamento. Eles ignoram que a Bíblia fala em prosperidade no campo espiritual e material. E, não se sabe se propositalmente ou não, confundem o que a Bíblia diz sobre prosperidade com essa suposta doutrina classificada como Teologia da Prosperidade.

Observação nossa: Concordamos com o autor, no entanto, somos estritamente ligados ao buscar primeiramente as coisas do Reino de Deus e a sua Justiça, e as demais coisas nos serão acrescentadas. Que a prosperidade material não é uma barganha para que se venha para o Senhor Jesus Cristo, no lado espiritual. Porquanto, uma boa vida espiritual tem como efeito subsequente uma boa vida material (Det. 28). 

Segue o autor:

Concluindo.

Eu quero fazer parte de uma igreja perfeita, tenho esse desejo sabendo que não existe uma igreja perfeita aqui na terra, a perfeição só será atingida quando Jesus arrebatar os crentes desse mundo para adorarem a Deus eternamente lá no céu. Aqui, somos todos, homens e mulheres, crentes falhos, e precisamos aprender a nos tolerar e não exigir do outro a perfeição que não temos.

Porém, sendo gente falível, é lógico que não devemos aceitar todo tipo de falha, pois a raiz dos problemas nunca é a ação mas a intenção. Aquele que erra de maneira repetida e intencionalmente, deve ser avaliado e reprovado por nós, pois para isso Jesus Cristo nos deu pelo seu Espírito o dom de discernimento de espíritos (1 Coríntios 12.7-11). Quem age fraudulentamente, conforme escreveu em seu texto citando Mateus 12.3, é reconhecido por tudo que produz de ruim. Isso se aplica aos neo-pentecostais, aos pentecostais, aos crentes reformados e a qualquer outro crente que se identifique por outra rotulação.

Refutemos os hereges, tomando o cuidado para não cometer a heresia de confundir o que seja realmente heresia. Nem tudo que é estranho ao nosso modo de cultuar a Deus é pecado, então, antes de opinar, tenhamos a paciência de procurar o posicionamento bíblico a respeito daquilo que consideramos estranho.

E.A.G.
Postado por Eliseu Antonio Gomes às 1:45:00 AM

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

ASSALTANTE MORRE NA VENEZUELA APÓS O DONO DA LOJA DIZER QUE O SANGUE DE JESUS TEM PODER

Em um assalto numa loja na Venezuela, onde o lojista cristão clamou pelo Sangue do Senhor Jesus Cristo ocasionando a morte instantânea de um dos assaltantes.

O fato repercutiu não só na Venezuela, mas também no mundo inteiro.

Teria sido só uma mera casualidade?



Vejam os demais dados no site abaixo:



sábado, 3 de janeiro de 2015

HELP: A PALAVRA DIVINA ESTÁ SENDO SUFOCADA E FICANDO VAZIA, PORQUE ESTÁ CAINDO ENTRE OS ESPINHOS

Os porque's do faça-se isto ou aquilo; do seguir ou não seguir a palavra soa na maioria das vezes no mundo literário como se alguém estivesse a querer ditar leis em coisas "ditas" que não há mais lei alguma.

Será mesmo que não há lei alguma? - Não há disciplina (doutrina) alguma?

A liberdade de não estar preso, atrelado a jugo algum é o produto que mais buscamos na vitrine do ego.

Ser livre, ter o livre-arbítrio da escolha do credo a seguir, e do que possa me satisfazer, que não nos imponha jugos por leis (doutrinas de salvação) é um fator preponderante na multiplicidade de escolhas disposta no vasto menu de um para cada gosto que eu possa ter.


No entanto, o Apóstolo Paulo dizia-se prisioneiro de Cristo não só literalmente nas sofridas prisões pela sua vida na fé, mas também por estar necessariamente ligado, atrelado a Ele espiritualmente.

O nosso bom, amado e querido Senhor Jesus Cristo nos diz que há sim um jugo leve e suave (carga) a pesar nos ombros daqueles que desejam encontrar descanso para as suas almas:

MATEUS 11:29  Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
PORQUE:
30  Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.

JUGO: Peça de madeira que unia bois para execução de um trabalho na terra (puxar arados, utensílios de lavoura e locomoção de cargas). 

Conquanto, é necessário que estejamos atrelados, unidos ao Senhor Jesus Cristo através das suas palavras que são cargas necessárias para que se execute a obra na lavoura de Deus na terra , e nos dê com isso o passaporte para o céu.

Maior é o jugo do pecado (atrelado, preso ao pecado, com a carga do pecado) que nos leva para a morte eterna sem o nosso querido Senhor Jesus cristo.

No entanto, como bem vemos na essência da palavra supracitada que há sim jugos, e jugos são leis a serem seguidas com as quais encontramos o merecido descanso para as nossas combalidas almas.

"Se" não formos humildes e mansos de coração jamais encontraremos o alvo buscado.

Se ser humilde e manso de coração é uma condicional para que se encontre o alvo buscado, esta condicional é uma lei.

HUMILDE: Não soberbo, não vaidoso.

MANSO: Não irado, pacífico.

*Observação: 
Doutrinas de Salvação: JUSTIFICAÇÃO, a graça divina para REGENERAÇÃO; a Regeneração é o que nos leva a ADOÇÃO; sendo adotados precisamos passarmos pela SANTIFICAÇÃO, porque é necessário que sejamos santos, pois Santo ELE É, e a Santificação (progressiva) que nos leva para a GLORIFICAÇÃO.

Todos os itens das Doutrinas de Salvação são NO TODO um conjunto inseparável a nos conduzir para glorificação com o Senhor Jesus Cristo.

Se seguir a paz com todos e a santificação sem a qual ninguém verá o Senhor (Hebreus 12:14); é uma condicional para que se veja o Senhor; então esta condicional é uma lei, pois é um mandamento *(doutrina para salvação).


PAZ: pacífico, promovedor da paz.

SANTIFICAÇÃO: tornado puro, sem as contaminações do mundo, separado.


"Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos *(doutrinas para salvação) não são pesados."  (I João 5 : 3)
* cunho nosso:


E ou será que aquilo que o Pai amado manda (mandamento) através DA SUA PALAVRA não é uma lei para que seja guardada?

PORQUE ESTAMOS DESVIRTUANDO A PALAVRA?

O que está nos fazendo que se tire a virtude da palavra do Senhor para que ela fique vazia e não faça aquilo que ela tem o digníssimo prazer de fazer, e ou seja, de nos transformar-nos de uma velha criatura para uma nova criatura, para que com isso sejamos salvos?

A VELHA CRIATURA: Por si mesma era impura, vaidosa, irada

A NOVA CRIATURA: purificada, humilde , pacífica; qualidades necessárias para a salvação.

Ei, para ai: que nova criatura é esta? - Ela é e está materialista, ligada as coisas da terra ou tem de nascer de novo espiritualmente, ligada e dirigida por Deus nas suas coisas? (João 3).

RESPOSTA BÍBLICA DO SENHOR JESUS CRISTO: 
Os espinhos (coisas) do mundo que estão cravados em nossa carne nos endurecem o coração. 

MATEUS 13:15  Porque o coração deste povo está endurecido, E ouviram de mau grado com seus ouvidos, E fecharam seus olhos; Para que não vejam com os olhos, E ouçam com os ouvidos, E compreendam com o coração, E se convertam, E eu os cure.

Endurecemos o nosso coração; ouvimos de mau grado e fechamos os nossos olhos para não querer ver a verdade explicita de que a palavra do Senhor cumpre aquilo que promete; porque NÃO QUEREMOS NOS LIBERTAR DAS COISAS MATERIAIS, CARNAIS, com os seus deleites.

Os nossos deleites que estão ligados ao mundo, são os espinhos que nos fazem endurecer o coração ao ouvirmos desagradados a palavra, e fecharmos os olhos para que não vejamos com clareza o Evangelho (NOVAS DE SALVAÇÃO) do nosso amado Senhor Jesus Cristo:

MATEUS 13:22  E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;

OS CUIDADOS DESTE MUNDO, são coisas que as pessoas zelam, tratam, com primazia, com predileção.

E esta predileção está arraigada no ser belo, ser aprazível, ser sedutor. No chamar a atenção para si, no ser o foco, o centro das objetivas.

Bom, se as coisas são assim mesmo, como eu posso chamar a atenção para o Senhor Jesus Cristo onde ELE DEVE CRESCER E EU DIMINUIR?

Se ELE é humilde e manso de coração eu também não deveria ser?

Estamos nos tornando objetos de desejos carnais; induzindo, conduzindo pessoas ao erro, despertando a iniquidade dos olhos; nos fazendo cobiça para sermos cobiçados.

Como irei conduzir pessoas, direcioná-las a Cristo espiritualmente se eu sou o manequim da carne? 

SERÁ QUE HÁ UM NEO EVANGELHO diferindo daquele que o Apóstolo Paulo recebeu ao vivo do PRÓPRIO SENHOR JESUS CRISTO em Gálatas 1?


"6  Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho;

7  O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo.

8  Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.

9  Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.

10  Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.

11  Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens.

12  Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo."

NO ENTANTO, todo aquele que ouve e guarda o Evangelho (novas de salvação) NAS PALAVRAS DO SENHOR JESUS CRISTO será como A BOA TERRA DO SEU CORAÇÃO:


MATEUS 13:23 Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta.

QUE O SENHOR na imensa paciência e misericórdia possa esclarecer a cada um de nós, a eficiência, a eficácia da sua palavra, para que ela nunca volte vazia, mas sempre faça aquilo que lhe apraz.