terça-feira, 19 de maio de 2015

VOLTANDO A JERUSALÉM COM ZOROBABEL PARA RECONSTRUIR O TEMPLO DESTRUÍDO PELA BABILÔNIA

Figura ilustrativa; todos os créditos sejam dados ao seu autor
Reconstruir é uma obra de poucos aficionados que tem algo muito além da vontade humana.

Reconstruir é uma obra de pessoas que colocam os seus projetos de conquistas pessoais de lado, pois só pensam no bem de todos.

Conquanto, tem a consciência que o que está no chão teve uma história sentimental, uma história de vida boa ou má; no entanto, ele reconhece e respeita o trabalho dantes realizado.

O reconstrutor é um aglutinador de espíritos em um mesmo ideal; o que ele espalha é confiança, esperança e ânimos.

Zorobabel, tinha estes predicados firmados por fé; pois, com ele veio muito povo imbuído em um mesmo espírito, e em uma mesma fé.

O templo que estava no chão tinha custado os melhores anos do rei Salomão. A gloriosa presença do Senhor nele estivera, e ainda ecoava o choro e a saudade dele, que o tempo não podia consolar.

A tarefa era como inconcebível aos olhos dos melhores construtores do mundo antigo; pois, aquele projeto estava e era do coração do Eterno Senhor dos céus e da terra.

O escolhido Zorobabel para aquela grandiosa obra não precisava essencialmente da sabedoria secular, mas o de ter o coração aberto e obediente a palavra do seu Senhor.

PORTANTO, a glória da segunda casa seria maior do que a primeira, pois não estaria fundamentada na pompa e no brilho material; mas, na humildade de um coração contrito, e de uma alma voluntária na adoração ao Eternal.

Zorobabel encontrou barreiras, desânimos e comodismos; no entanto, a Boa Mão do Senhor foi com ele, e incentivado pelos profetas Ageu e Zacarias concluiu a grande obra.

RECONSTRUINDO O TEMPLO
Para ir para Jerusalém celestial precisa-se reconstruir o templo derribado pela tenaz Babilônia hodierna, assim como a Babilônia antiga tinha derribado o templo de Salomão, o qual foi reconstruído por Zorobabel.

Não fomos nós que escolhemos O Escolhedor PARA PARA FAZER A GRANDE OBRA EM NÓS, mas foi Ele que escolheu a nós, e ainda nos nomeou para irmos e darmos fruto, mas que o nosso fruto permaneça.

Como Zorobabel (is) só nos voltaremos para Nova Jerusalém se tivermos a consciência que o templo  a ser reconstruído somos nós mesmos, para que o Espírito Santo nele habite.

Entretanto, só poderemos reconstruí-lo conforme a vontade de Seu dono (I Coríntios 3:-17; 6:19 e 20); NOS COLOCANDO NAS MÃOS DELE para esta inestimável obra.

Há a necessidade de voltarmos para Nova Jerusalém na humildade de um espírito justo e reto, que ama A DEUS sobre todas as coisas, e que ama a seu próximo como a si mesmo.

Sem humildade é impossível agradar ao nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, pois ELE é HUMILDE E MANSO DE CORAÇÃO. 


"Assim como ELE É NÓS DEVEREMOS SERMOS."

Porquanto, entendemos pela palavra do Senhor que o templo Dele não está firmado nas vaidades desta terra, mas na humildade, para que efetive-se a santidade moldada e aperfeiçoada pelo Soberano executor da obra (Filipenses 1:6).


"AQUELE QUE COMEÇOU EM VÓS A BOA OBRA APERFEIÇOARÁ ATÉ A VINDA DE CRISTO"


Porque é pela humildade que o Senhor avalia, e avaliará toda e qualquer obra em seu nome, como avaliou a obra do primeiro templo construído pelo rei Salomão:


II CRÔNICAS 7:14  E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.

15  Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração deste lugar.

16  Porque agora escolhi e santifiquei esta casa, para que o meu nome esteja nela perpetuamente; e nela estarão fixos os meus olhos e o meu coração todos os dias.

O povo com o decorrer do tempo não se humilhou, deixou de orar, de buscar a face do Senhor, e ainda voltou aos maus caminhos dantes praticados.

Conquanto, o templo foi destruído e o povo cativado pela Babilônia.

No entanto, muito embora os inimigos da reconstrução, A CASA (nós) foi escolhida e nomeada por ELE, PARA SER SANTIFICADA, e que possa dar muito fruto, e que o seu fruto permaneça.

"Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo."  (I Pedro 2 : 5)

RESUMO HISTÓRICO
Zorobabel (Sesbazar), o tirsata (governador), o escolhido para reconstrução do templo, teve como encargo, além da logística e da perícia necessárias dos construtores para aprumar a obra conforme o seu projeto, ainda tinham que combater os ferrenhos inimigos da reconstrução.

Somando-se ainda a indiferença do povo com a obra, e o desânimo que os abatiam nas mais diversas frentes contrárias desta batalha (a obra iniciou e 535 a. C., e em 534 a. C. foi parada), foram cruciais para o término dela de 520 a 515 a.C..

Os profetas Ageu, Zacarias e o sumo sacerdote Jesua foram os seus ajudadores.

Com Neemias foi na terceira leva de judeus (de Susã a Jerusalém 1600 Kms) para reconstrução dos muros e recolocação das portas (445 a.C.), 

Com Neemias, pós a reconstrução do templo por Zorobabel, os limites foram estabelecidos, as entradas e saídas foram bem guardadas; os muros foram levantados e as portas ferrolhadas.

A missão de Neemias com louros fora terminada; escrevera o seu nome na história, sua fé, coragem e desprendimento sempre será lembrada.


Nós ainda podemos escrever a nossa história no Livro da Vida das mansões celestial se reconstruirmos o templo do Senhor destruído pela Babilônia de então, levantarmos os muros e recolocarmos as portas, PARA QUE SE POSSA RESTABELECER O CULTO A DEUS COM ESDRAS.


quinta-feira, 7 de maio de 2015

O EFEITO OCULTO NO USO DOS BRINCOS

Quando vemos um lindo frasco de perfume achamos que nele está uma das mais caras essências que podem agradar a quem quer que seja. O nosso desejo é possui-la, usar, agradar a si mesmo e a alguém que se aproxima de nós.

A embalagem chama pelos olhos, o perfume pelas narinas.

A embalagem e o perfume podem serem agradáveis, mas a essência conjunta destes nem sempre será.

Avaliamos o que vemos e sentimos, mas quase nunca medimos as consequências deles; o chamado efeito colateral.

Em muitos o perfume pode dar alergia, ressequimento de pele e outros males.

O produto pode ser agradável aos olhos do homem e da mulher, mas no seu âmago pode esconder efeitos indesejados e nocivos a sua saúde.

Da mesma forma quantas coisas podem nos serem agradáveis aos nosso olhos, mas, desagradáveis ao Senhor na nossa saúde espiritual?

O EFEITO COLATERAL DO BRINCO OU ARRECADA
É produzir encantamento a quem o usa, e assim amealhar para si atenções nem sempre condignas com a vontade Divina.

A vaidade é e sempre será o veículo que nos conduzirá a querermos atrair para nós às atenções de quem quer que seja; pois para tal propósito o efeito produzido será o do encantamento.


ENCANTAMENTO:

Como iremos comer uma laranja sem que se tire a casca? - Dizer a palavra encantamento é fácil, e até banal, mas, adentrar a a essência que o nome (casca) envolve, requer um aprofundamento na sua essência para que dela se tire o sabor desejado.

O que é encantamento? 
Sinônimo de encantamento
12 sinônimos de encantamento para 4 sentidos da palavra encantamento:
1 bruxaria, magia, feitiço, encanto.
2 delícia, maravilha, arrebatamento.
3 atrativo.
4 sedução, fascínio, fascinação, atração.
A palavra encantamento aparece também nas seguintes entradas:
dengue, admiração, simpatia, entusiasmo, talismã, êxtase, malefício, sortilégio, prisão, sonho, ofuscação, prestígio, contemplação, denguice, magnetismo, malfeito, rapto, dengo, vôo, atração

PORQUANTO, conforme a história dos brincos derivados de arrecadas, e ou antigamente chamados de arrecadas, tinham motivos amuléticos para proteger o usuário dos maus olhados. Isto é o usuário ficava encantado (feitiço) pelo uso amulético do brinco como se fosse uma áurea a proteger-lhe a vida.

CONQUANTO, os povos estrangeiros os usavam como deuses para lhes proteger de espíritos nocivos provenientes dos maus olhados.

Hoje a mesma joia está metamorfoseada na sua forma, e serve  para atrair "bons" e maus olhados.

O feitiço protegia amuleticamente os usuários dos maus olhados; agora quem olha os usuários ficam enfeitiçados por eles (as).

PORTANTO, os motivos amuléticos que produziam o encantamento são proporcionalmente os mesmos dos dias de hoje. 

O povo escolhido como santo difere dos povos estranhos com os seus ocultismos e encantamentos, pois o templo de Deus onde o Espírito Santo faz morada estaria fadado ou não a utilizar destes meios estrangeiros para chamar a atenção para si?

Quando lemos a história dos brincos na maioria dos seus prismas vemos nela algo envolvente mais do que o normal:


ENTRETANTO, porque o povo chamado de cristão não é orientado nestas questões para que ele por si possa decidir o que lhe é favorável junto a Deus?

Jacó os enterrou junto ao carvalho como deuses estranhos e o seu povo passou ileso ao grande perigo de vida ao qual foram expostos por Diná e seus irmãos (Gênesis 34 e 35).

Que o Senhor possa dar o devido entendimento ao seu povo.