sábado, 16 de abril de 2016

AS PROFECIAS VERDADEIRAS E ÀS FALSAS - ÀS NOVAS VISÕES EM UM NOVO EVANGELHO

Não desprezeis as profecias.
Examinai tudo. Retende o bem.(1 Tes. 5:20,21)

Não há fonte com duas águas, e nem profecias com duas palavras antagônicas uma da outra.

Se um profeta falou bem e outro mal, um deles está faltando com a verdade.

O que é de Deus permanece, se cumpre, e alcança o fim proposto.

O que não é passa como a flor da erva, nasce, e até pode crescer, mas vai morrer, pois já nasceu morta.

Ao longo da história bíblica inúmeros foram os casos de falsas profecias, que levaram muito povo após si. Infelizmente na espera delas o povo sucumbiu.

Nestas últimas horas temos sido testemunhas das que prosperaram, e das que desvaneceram.

É certo que não devemos desprezá-las, que devemos examiná-las, reter o bem, e o resto o tempo encaminhará o seu fim.

Assim tem sido a palavra do Senhor em novas visões, em novas projeções; da mesma maneira, com o tempo às coisas vão pros seus devidos lugares de aonde sempre estiveram e nunca deveriam ter saído.

O Apóstolo Paulo em duas marcantes oportunidades nos fala a respeito delas a igreja da região da Galácia, e a igreja de Corinto:

Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho;

O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo.

Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema (maldito).

Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.

Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.

Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens.

Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo. Gálatas 1:6-12

Na cidade de Corinto, e até mesmo na igreja dela estavam surgindo novas visões, novos evangelhos, assim como na região da Galácia as novidades vieram, tiveram o seu tempo e depois desvaneceram.

O estimado Apóstolo Paulo, preocupado com tudo o que viria até o fim dos tempos, deixa como admoestação nos anais do Santo Livro, a mais pura e recatada verdade das coisas dos dias de hoje:

Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo.

Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo.

Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofreríeis.  II Coríntios 11:2-4

Contudo, apesar de terem o seu fim, às marcas ficaram; as cicatrizes em meio ao povo deixaram e deixam um triste legado de um evangelho distorcido, um evangelho de ocasião e depreciatório.

Conquanto, clamamos ao povo que tem sede do Deus vivo e verdadeiro, que se atenham a tudo aquilo que diferir das Santas Escrituras, fadado está para a perdição daqueles que assim o abrigarem em seus corações.

O Senhor Jesus Cristo está voltando, e ainda o velho e bom Evangelho Dele que nos encaminhará para salvação.

Ainda é  a mesma palavra de que ELE virá buscar para si um povo especial, zeloso e de boas obras.

E a ratificação é a mesma até o fim dos tempos da igreja Cristo sobre terra:

O justo viverá da fé, e se recuar a minha alma não tem prazer nele.(Hebreus 10.38)

Mas aquele perseverar até o fim é o que será salvo.(Mateus 24

segunda-feira, 4 de abril de 2016

COISAS JUDAICAS - YOM KIPUR



YOM KIPUR - O DIA DO PERDÃO

Tivemos a autorização para divulgarmos artigos de Rosh Gilberto do meio judaico, ao qual sinceramente agradecemos.

Conquanto, através destes prestimosos artigos ficamos informados sobre o pensamento de alguns judeus Messiânicos, a respeito do antes e o depois de Cristo nas suas nuances.

Rosh Gilberto
22 de setembro às 13:34 · São Paulo · Editado · 

É no Yom Kipur que somos perdoados?

Até o ano 70 da EC, todos os anos no dia 10 do sétimo mês do calendário de Israel, o Koen haGadol (o sumo sacerdote) subia ao altar no Templo para cumprir ali o que fora ordenado pelo Eterno neste dia.

Levítico 16 descreve que no dia 10 do sétimo mês um bode seria sacrificado pelos pecados do povo de Israel, e que um bode vivo seria levado ao sacerdote, onde ele confessaria os pecados do povo sobre a sua cabeça e depois levado ao deserto e lá seria solto.

O que significa isso visto que as pessoas deveriam, sempre que pecassem, levar um sacrifício por si mesmos, a qualquer tempo ao sacerdote por causa do seu pecado, e não somente no sétimo mês.

Fica claro que no Yom Kipur o sacrifício é pelo povo, é um sacrifício coletivo, para quando o povo pecasse, e não por um pecado pessoal.

Em nenhum texto da Torá diz que neste dia em especial o nosso nome será registrado no livro da vida, nem que acontecerá algo de sobrenatural nesta data. E nem diz que em Yom Kipur o perdão seja mais eficiente ou poderoso do que nos outros dias.

Não temos referências de que algum dia isso iria mudar, mas após a destruição do templo no ano 70EC, não haveria mais a possibilidade de serem feitos os sacrifícios como previsto, e os koanim não tinham mais o que fazer sem o altar.

Não entendendo, ou aceitando que Yeshua é o nosso sacrifício perfeito, Yochanan ben Zakai, o rabino mais importante daquele momento, no ano 90EC deferiu a ordem de que, uma vez que o Eterno permitiu a destruição do Templo, então era porque ele estava obsoleto e declarou que todos os judeus seriam justificados por ler a Torá, fazer tefilá e tsedaká, dispensando o sacrifício de animais.

Desde então o Yom Kipur começou assumir uma importância cada vez maior na comunidade judaica, como se vê hoje.

Nós messiânicos, porém, não podemos aceitar isso assim, afinal sabemos que o perdão dos pecados só é alcançado, nesta era, através do sacrifício de Yeshua, e não em um dia específico

Desta forma então, como devemos celebrar o Yom Kipur?

Simples, afligiremos o nosso corpo como ordenado, mas não haverá sacrifícios. 

Reconhecendo que só Yeshua perdoa, devemos reconhecer que a comunidade judaica tradicional, não messiânica, precisa ser salva, portanto vamos interceder intensamente pela sua salvação. 

O que os sacerdotes faziam no antigo pacto, agora nós fazemos, oramos para que o Eterno os convença sobre Yeshua e eles sejam perdoados dos seus pecados. 

O Yom Kipur é para nós um grande dia de intercessão.

Por causa disso, hoje, a cada Yom Kipur esqueça os seus pecados, eles já devem estar resolvidos com Yeshua Mashiach, lembre-se do compromisso que Shaul assumiu em Romanos 10, que seja o nosso compromisso também, a salvação dos judeus e daremos ênfase nisto em nossas reuniões.

Shalom.