quinta-feira, 14 de julho de 2016

FRATERNA NA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ALEGRETE - E OS PRENÚNCIOS DE UM NOVO TEMPO DE AVIVAMENTO

A Fraterna em Alegrete RS, dia 13/07/2016, tendo como anfitrião o Pastor José Daniel Rodrigues de Souza, com presença do Pr. Presidente das Assembléia's de Deus do Estado do Rio Grande do Sul Adalberto Dutra, seus pares da mesa diretora Pr. Juvenal, Pr. Joel Michel da Silva; tendo o Pr. Joel Fagundes como presidente da Fraterna da região Centro-Oeste, como também os demais pastores e obreiros locais, e das demais igrejas de abrangência, foi uma grande benção.

O tempo ficou reservado em grande parte para o pronunciamento da mesa diretora da CIEPADERGS.

O pronunciamento do Pr. Presidente: Adalberto dos Santos Dutra, desde a palavra introdutória até o seu final, foi de muita esperança de que novos tempos estariam presentes na sua administração.
Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes, e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça.  Eclesiastes 9.8 
Nas entrelinhas do versículo supracitado, a mensagem passada pelo Pr. Presidente dá primazia ao despertamento espiritual da igreja, destacando a separação pela pureza em depreciação da contaminação das misturas; da unção pela obediência a palavra divina, no objetivo sincero da presença do Espírito Santo, para um novo e firme avivamento.

Os projetos administrativos, sociais e missionários deixaram o povo divino confiante de que algo novo o Senhor estava disponibilizando a sua amada igreja.

O Pastor Joel Michel trouxe uma palavra gloriosa em II Pedro 1. 1-10, de consciência, advertência e despertamento para às coisa do Reino de Deus, pois a vinda do Senhor Jesus está próxima.

O Pastor Juvenal B. Matos Filho deu andamento a pregação do Pr Joel, pois o Espírito e a vontade de Deus eram os mesmos na edificação da igreja, em um novo tempo, o tempo que se chama hoje:

Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra. II Timóteo 2.20

Como o tempo era exíguo, ele deu enfase ao vaso de barro e suas nuances. A glória do Senhor foi notória na igreja, e todos saíram satisfeitos para um grande e farto almoço.

Desde já ficou o convite para a nova Fraterna no mês de Setembro, a cargo do Pr Cilomar, em Rosário do Sul.



sábado, 9 de julho de 2016

A OLIMPÍADA DOS CÉUS E A TOCHA ESQUECIDA

Figura ilustrativa, do seu autor sejam todos os méritos.

A TOCHA OLÍMPICA E A TOCHA ESQUECIDA


Na manhã de ontem vimos a reportagem da passagem da tocha olímpica, do fogo de Zeus do monte Olimpo.

Pessoas emocionadas até choravam; não tinha idade para tal acontecimento; era do mais novo ao mais idoso (92 anos).

Cada qual queria registrar a sua foto, a sua Self. O brilho nos rostos anunciavam a satisfação daquele evento.

Todos estavam em um só espírito, em uma só razão: "Olimpíadas".

Lembramo-nos de uma outra Tocha que é Viva, provinda do Monte Santo do Senhor; comissionada para vir ao mundo a mando do Pai em nome Filho.

Esta tocha veio para incendiar os corações; ela não estaria nas mãos de um só corredor, mas no Espírito de todo aquele que a recebesse do céu para inflamá-la pelo mundo afora.

Uma tocha que não só simboliza que vem do Monte de Zeus morto, mas uma Tocha que vem do Monte Santo do DEUS VIVO, e trás a Presença Dele.

Uma Tocha que tem Vida Própria, que convence-nos do pecado, e que até dentre às suas inúmeras utilidades intercede por nós com gemidos inexprimíveis. 

Esta Tocha está quase apagada em nossos corações, no nosso espírito; muitos de nós que corríamos por uma imarcescível Coroa de Glória na Olimpíada dos Céus; hoje não a carregamos mais em nossa vida, em  nossos espíritos e no nosso rosto o brilho dela.

Estamos nos embaraçando nos negócios desta vida, e com o pecado que tão de perto nos rodeia; e não estamos mais correndo com paciência a corrida (carreira) da fé.

Não estamos mais olhando para Jesus, que é o nosso alvo, e o autor e consumador de nossa fé.

Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. (Filipenses 3.14)

O Zeus deste século tem nos cegado o entendimento, e a Glória do Senhor Jesus Cristo já não resplandece mais nos nossos rostos; mas sim o brilho do Zeus deste século. Ver artigo no linck abaixo:

http://luisdornelesdeoliveira.blogspot.com.br/2014/11/o-deus-deste-seculo-cegou-o.html


O que estamos escrevendo não é para criticar quem ainda não conhece ao Senhor Jesus Cristo, pois é normal no mundo em que vivemos; mas para lembrar de uma Tocha de uma "Outra Olimpíada" em que o Apóstolo Paulo correu, terminou o combate (corrida), mas guardou a fé.

A Tocha Viva que dantes brilhava nos corredores da Olimpíada da Fé, anseia por estar novamente acesa na pira do nosso coração, para incendiar os espíritos e dar um novo sentido às nossas almas.

Ainda é tempo de negarmos a nós mesmos para poder acendê-la na nossa vida, em nosso coração.


Que esta Tocha Viva possa brilhar para todo o sempre em cada um de nós.

Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, (Filipenses 3.13)


terça-feira, 5 de julho de 2016

A PERDA DA VISÃO

Há dias passados era notório que a perda da visão chegara a um patamar que algo tinha que ser feito.

A leitura estava se tornando cansativa, dificultosa, e muitas vezes comendo pontos e virgulas.

A olhos vistos estava perdendo a visão e não queria ver; ia empurrando com a barriga para o dia 30 de Fevereiro; e lá se iam os dias, e as coisas iam de mal a pior.

Até que fora chamado a responsabilidade de falar da Palavra, mas pouco via dela.

Fomos até uma ótica, e para nosso espanto, a defasagem do olho esquerdo era quilométrica; o direito nem tanto, mas o conjunto da obra iria nos levar a cegueira.

A correção foi feita; as virgulas e os pontos foram colocados nos seus lugares, e a satisfação de ver quando não via, mas pensava visse, foi tamanha, que ficamos a pensar do porque não fizemos isto há mais tempo, prorrogando a dor, prorrogando o conserto.

A VISÃO DO REINO
Assim somos nós quando estamos perdendo a visão do Reino de Deus; muito embora ainda vendo, não queremos ver (Isaías 29, Mateus 13).

Estamos comendo às virgulas e os pontos da Palavra, transpassando os seus limites, dissolvendo a verdade.

A olhos vistos estamos no caminho da cegueira espiritual, mas não estamos querendo ver. Vamos empurrando com a barriga da indiferença, do descaso e do engano, e enganando a muitos.

Temos nome de que vivemos, mas estamos morrendo.

Estamos indo na ótica da fantasia, da mídia, onde não queremos ver que o nosso OLHO ESQUERDO está tomando o caminho do abismo e estamos indiferentes ao que nos rodeia.

Se o OLHO DIREITO ainda pouco vê, mas os sinais indicam que até AQUILO QUE POUCO VIA LHE SERÁ TIRADO.

Nos acostumamos com às imperfeições que aquilo que é perfeito a nossa visão está torcida dele.

NO ENTANTO, haverá um dia em que a responsabilidade da Palavra nos chamará ao compromisso, e o preço que iremos pagar por negligência, será além da cota.

O SINAL DOS TEMPOS

É mister que o sinal dos tempos tem o seu efeito profético no Santo Livro; mas se quero desconhecê-lo é sinal que estou a beira do abismo, e comigo muitos também estão.

O Senhor através da Sua Palavra, dos seus vasos tem nos chamado a atenção que o inimigo, o deus deste século tem nos roubado a visão do Reino; no entanto, estamos endurecendo o nosso coração.

Se a maioria estivesse certa, larga seria a porta que conduziria para o céu, e apertado o caminho e porta que nos conduziria para o inferno.

Muitos seriam os chamados, e poucos os descartados.

A diferença não existe na igualdade, porque, só os diferentes é que vão herdar a eternidade.

O TEMPO DO CONSERTO

Meus amados, é tempo de conserto, É TEMPO DE ABRIRMOS OS OLHOS, renunciarmos a nós mesmos; jejuarmos e dobrarmos os joelhos, e acima de tudo a cerviz da soberba, da vaidade, para retomarmos novamente o caminho da humildade.

O Senhor conserva os seus tições, pois não apaga o morrão que ainda fumega; nem trilha a cana quebrada no tempo determinado por Deus. Além dele é um risco de vida ou de morte espiritual.

É tempo de vermos que a obra é do Senhor; de que não somos donos dela; mas apenas mordomos de uma casa que transpassa esta vida e nos leva para a eternidade.

Assim como o Senhor deu vistas a Bartimeu, é preciso clamar ao Filho de Davi que também me dê a mim.